Curso de Formação em Psicanálise Clínica – EaD

 

O Curso de Formação em Psicanálise da INSTITUTO GAMALIEL DE PSICANÁLISE  forma Psicanalistas preparados para acompanhar pessoas na solução de problemas existenciais, tais como: fobia, ansiedade, depressão, obsessão, compulsão, angústia, melancolia, e crises em geral, e também na área clínica, escolar, organizacional, institucional e comunitária; empregando metodologia exclusiva ao bom exercício da profissão, quais sejam, as técnicas e meios eficazes da psicanálise no tratamento das psiconeuroses.

Objetivos:
O Curso de Formação em Psicanálise da INSTITUTO GAMALIEL DE PSICANÁLISE visa a formar psicanalistas capazes de identificar no paciente, uma necessidade de intervenção psicológica com base na psicanálise, proporcionando a melhora desse sujeito em seu quadro clínico;  desenvolver a prática da psicanálise com crianças, adolescentes, famílias, instituições e comunidades;  fornecer elementos teórico-práticos que possam ampliar as competências para atuações profissionais em outros campos de relevância social.

O Curso de Formação em Psicanálise da INSTITUTO GAMALIEL DE PSICANÁLISE permite uma  maior inserção no mercado de trabalho, tanto para aqueles que pretendem ingresso quanto para profissionais de qualquer área que pretendem desenvolvimento através de sólida formação psicanalítica, aprofundamento profissional, melhor qualificação, formação diversificada e inter-relações de saberes; Informar-se sobre os conceitos fundamentais da psicanálise a partir das concepções de Freud, Escola Inglesa, Escola Americana, Escola Francesa e Escola Argentina.

Objetivos:

Atingir uma teoria de formação orientada para a pesquisa e clínica, social e política.

Formação com vista à consecução de uma pesquisa teórica e clínica.

Proposta Acadêmica:
Prática de investigação conceitual especulativa da psicanálise

Ser Solteira Incomoda Muita Gente; Ser Solteira E Feliz Incomoda Muito Mais

Tem coisa mais chata que aquela pergunta da sua tia em um almoço de família no domingo: E os namoradinhos?

Tem. É aquela pergunta de quem não te vê há meses, te encontra na rua e solta aquela frase que deveria ter ficado apenas no pensamento: E aí, está namorando?

Eu queria registrar a cara de decepção das pessoas quando respondo a essas perguntas com um não. E logo em seguida, vem aquela fala doce em tom de desculpas como se isso fosse um erro.

“Ah mais você é tão bonita, como assim não tem ninguém”, “Ó quem muito escolhe acaba sendo escolhido.” Aposto que você já foi bombardeada(o) com essas frases que nos causam riso.

Depois de um tempo a gente cansa de dar sempre as mesmas respostas e as pessoas confundirem isso com desculpas.

Não vejo problema algum em querer um tempo pra si, em querer se dedicar a um projeto ou querer viajar pelo mundo sem ninguém. Eu não preciso estar casada aos 30, com filhos, uma carreira profissional de sucesso, a tese de mestrado pronta e me preparando para defender o doutorado.


Eu posso querer ficar em casa no feriado, atualizando as minhas séries ao invés do meu currículo. Eu posso gostar da companhia dos meus amigos e adorar ir ao cinema assistir um romance e chorar feito um bebê não como quem está desesperado por um amor, mas como quem achou aquela história bonita. Eu prefiro um coração feliz a um coração machucado e sinceramente, eu me divirto com as minhas séries.

Essa visão errônea das pessoas de que quem está solteiro necessariamente está sozinho, mostra a visão destorcida do amor. O amor não é uma questão de tentativas com medo de ficar só. O amor nem de longe é refugio, abrigo, por medo da solidão. As pessoas colocam a responsabilidade de ser feliz nas mãos do outro, achando que um relacionamento é a chave para aliviar toda angustia, tristeza e dor.

Antes de ser um bom par é fundamental ser um bom impar, gostar da tua companhia, gostar daquilo que você vê no espelho todos os dias e da pessoa incrível que você tem se tornado. É fundamental se conhecer e se amar. Gostar do teu cabelo desarrumado, do teu jeito bagunçado e da sua loucura.


As pessoas sempre irão arrumar um jeito de saber das “atualizações” de nossa vida. Hoje você está solteira, então a pergunta da vez é: Quando você vai namorar? E aí você entra em um relacionamento e surge outra questão: Quando você irá se casar? E então você se casa e vem o tal: “Quando vocês irão ter filhos?” e por aí se segue a lógica de quem parece esperar muito de nós e de nossas vidas, QUANDO na verdade é só curiosidade alheia pela vida do outro.

Relacionamento não é sinônimo de felicidade. A gente sabe quando tem e quando é amor. Depois de tantos tombos a gente prefere dar um tempo como quem deseja se recompor. Como quem se olha no espelho e só enxerga espinhos e sabe que precisa se ver flor.

Depois de alguns “quases” a gente dá uma desacelerada como quem não quer embarcar em nada só porque o coração acelerou, ele nos engana às vezes. Eu quero nós, porque laços se desfazem depois de um tempo, perdendo a sua forma bonita. E eu? Eu, não quero um amor passageiro.

Eu posso estar feliz aos 25 mesmo sem planos para depois da faculdade, posso estar solteira aos 30 e sonhar com casamento. Ser solteira não é nem de longe sinônimo de solidão.


Eu posso desejar hoje alguém, mas posso nem pensar nisso, pela rotina, pelo cansaço ou por falta de interesse mesmo. Posso encontrar alguém amanhã e começar uma história de amor, mas não antes de começar essa história por mim mesma, amando o meu jeito desorganizado e desejando transbordar.

Um coração entregue a Deus sabe que não adianta ter pressa, por mais que o coração se apresse e a ansiedade queira nos dominar, tudo tem o seu tempo certo.

Eu não quero alguém para sarar as minhas dores, curar as minhas feridas e me completar. Eu quero companheirismo, eu quero tempo de qualidade.


Eu dispenso as desculpas, a falta de interesse e o medo de embarcar. Deixa tua bagagem no passado, agora é uma nova história.

Eu quero alguém disposto, alguém que me traga certezas ao invés de duvidas, que apareça ao invés de desaparecer sem ao menos dizer o porquê. Eu estou solteira e estou feliz porque não há nada pior do que se sentir só mesmo tendo uma “companhia.”.

Não Corte Carboidratos Da Sua Dieta, Corte Gente Chata Da Sua Vida

Teimamos, muitas vezes, em procurar somente no espelho aquilo que nos incomoda e entristece. Da mesma forma, acabamos nos culpando exclusivamente pela infelicidade sentida diariamente. No entanto, apesar de sermos responsáveis pelo que nos acontece, nem tudo depende somente de nós mesmos, ou seja, temos que atentar também para o tipo de gente que caminha ao nosso lado.

Filmes, artigos, livros e palestras nos ensinam a olhar para dentro de nós mesmos, para que tomemos as rédeas do rumo de nossas vidas e nos conscientizemos de que muito do que nos ocorre é consequência de nossa forma de agir. Com isso, às vezes nos esquecemos de lembrar que aquilo que está fora de nós também influencia a nossa caminhada, tendo poder, sim, sobre nossos humores.

É muito difícil levarmos a vida numa boa, ignorando o que à nossa volta é ruim e desagradável, como se fôssemos a única fonte de alegrias, como se aqui dentro houvesse uma força capaz de neutralizar o que acontece lá fora. Se o mundo carece de empatia, de solidariedade, de enxergar o próximo, imbuir-se de controle total sobre a própria vida, sem se importar com nosso entorno, soa, no mínimo, a egocentrismo.

Ficamos tão perdidos, que acabamos não sabendo mais onde procurar a felicidade, desviando-nos da essência que nos move, enquanto nos prendemos ao que aparentamos, à imagem física tão somente, uma vez que ela é mais palpável, está ali bem no nosso nariz. Assim, privamo-nos de prazeres frugais, para emagrecer e endurecer o corpo, sem perceber que cuidar do que está fora de nós também é essencial.


É preciso desintoxicar-se por dentro e por fora, cuidar do corpo – sem neuroses – e dos ambientes por onde transitamos, pois valorizar as coisas, os momentos e as pessoas certas nos tornará mais felizes e realizados. De nada adiantará malharmos por horas e comermos somente o que a dieta prescreve, caso saiamos da academia para uma vida superficial e rodeada de gente falsa e desagradável. Estaremos lindos por fora e em frangalhos por dentro.

Como tudo o mais nessa vida, é preciso equalizar as nossas atitudes e comportamentos, para que não exageremos além da conta no que somamos e no que restringimos.


Quando priorizamos só o físico, quando ficamos muito indiferentes ao outro, quando transformamos comportamento em fixação, deixamos de lado muita coisa que poderia nos levar a sorrir mais e por mais tempo.

Comer uma barra de chocolate vez ou outra não mata ninguém, mas dar importância a gente chata e insuportável nos distanciará cada vez mais da serenidade desejável em nossas vidas.

A Separação É Para Gente Madura. Quem Amou De Verdade Se Separa Sem Se Odiar.

Pouca gente há de concordar. É assim mesmo. Mas eu tenho a impressão de que as pessoas que ficam juntas por amor deviam ter mais amor ainda quando por acaso se separam.

Se você esperneia, briga, bate, empurra, morde, grita, acusa, faz chantagem quando o outro decide partir, desculpe, mas é das duas uma: ou você nunca sentiu amor por essa pessoa ou não tem o menor respeito pelo amor que um dia sentiu.

No primeiro caso, quem não aceita um rompimento assina um atestado de culpa: “o que me uniu um dia a quem agora quer partir foi a minha sanha de posse, minha vaidade, minha conveniência, meu medo de ficar só e de parecer um fracasso amoroso para os outros. Foi o meu egoísmo. Tudo menos o meu amor.”


Já na segunda hipótese, quem um dia amou alguém de verdade não devia recusar o direito que essa pessoa tem de partir se o amor acabar. Quem não aceita a decisão daquele que um dia amou não tem o menor respeito nem pelo outro nem pelo amor como sentimento. É uma porcaria de um amante. Um péssimo ser humano. Quem ama alguém de verdade é capaz de deixá-lo dar no pé em paz se essa for a vontade do outro.

Você pode até argumentar: “ah, mas e quando o outro trai, engana, mente e depois inventa de se separar na maior cara de pau?”. E eu também pergunto: quem em sã consciência quer a seu lado alguém que trai, engana e mente? Separe-se logo! Tenha amor próprio, criatura! Iniciativa! Separe-se e agradeça.

Se o outro, aquele que trai, engana e mente, mudar de ideia e não aceitar a separação, vá à polícia! Porque manter alguém preso a um casamento ou a um namoro falido é cárcere privado. Crime! Relações amorosas estendidas à força se tornam relacionamentos odiosos. Deus nos livre desse terror.


É claro que a gente não se casa já pensando em se separar. Não começa um namoro com a intenção de terminar assim que puder. Mas quem não sabe se separar não devia se aproximar de ninguém. A consciência de que o romance pode acabar faz bem. Ajuda o casal a valorizar o que tem, evita desmazelos, descuidos, esquecimentos. Exercita o cuidado que um deve ter com o outro. Fortalece o amor.

Quem tem respeito pelo amor compreende quando ele acaba e aceita quando não há a possibilidade de recomeçá-lo com a mesma pessoa. Infelizmente, pouca gente aprendeu a se separar.

Por outro lado, há inúmeros casais que se separam e mantêm uma relação saudável para comprovar: pode ser difícil mas é possível. A gente aprende. Nesse caso é preciso ser radical: depois da separação, que venha a compreensão total ou a indiferença absoluta! Não há espaço para meio termo. Se você se separa e deseja ou precisa interagir de alguma forma com seu “ex-amor”, sobretudo quando existem os filhos, que seja com a mais generosa disposição de compreender e aceitar que o outro tem uma vida nova, com amores novos, ou que não seja nada!

Para continuarem a conviver de alguma forma, os casais que deixam de ser casais precisam compreender e aceitar o outro sem restrições ou nunca mais se importarem. Aceite em totalidade ou seja totalmente indiferente a quem você amou um dia. Conforme-se que tudo mudou ou siga em frente e esqueça que a pessoa existe. Vá cuidar da sua vida. Porque a vida segue, minha gente.


Separar-se é um gesto de amor. Amor próprio e ao outro. Amor generoso, imenso, sabedor de que a vida é uma só e a gente precisa melhorá-la como puder. Juntos! No encontro e na despedida. Na união e na separação.

Sei lá. Eu só acho que quem fica junto por amor devia ter muito amor na hora de se separar também.

Eu Sou Minha Melhor Companhia

Sabe o que é não se importar com o humor do cabelo? Então, é assim que sou – ou pelo menos deveria ser mais vezes. É que tem dias que nem o espelho parece querer me ver. Mas aí esse dia acaba, outro começa, meu cabelo acorda sorrindo e saio de casa para viver.

E eu sei que dizendo dessa maneira pareço ser a pessoa mais interessante do mundo; a mais segura, beiro até o exagero da confiança dando a entender que eu não preciso de outro alguém, mas é muito pelo contrário.


Eu preciso e você também, mas nós precisamos mais de nós mesmos.

É que eu não quero depender de alguém para a vida me fazer bem.

Quando lembro de coisas que gostei de viver, tipo aquela boca que eu não queria parar de beijar ou daquelas pernas que se enroscavam nas minhas, eu paro e penso: que bom que pude viver isso, que pena que não posso mais, que ótimo que continuo aqui para viver outras coisas ainda melhores. Eu sou a minha melhor companhia.

Eu que não vou me enfiar em dívidas para ter a roupa da moda, e assim chamar a atenção como alguém que se atualiza, fazendo chover selfies no instagram mendigando elogios previsíveis. Prefiro gastar alguns trocados com bobagens no supermercado antes do meu seriado preferido de todo o sábado.


A diferença é que eu não estou nem aí se vou transar no fim de semana ou não, não estou nem aí se vou naquele show bombado em que todo mundo vai só pra falar que foi. Eu não quero saber disso. Eu sou a minha melhor companhia. Sou eu quem lida com a minha relação com a balança. Sou eu quem lê os livros mais aleatórios. Sou eu quem toma iogurte, se suja e lambe o potinho.

Ninguém nunca vai ser melhor pra mim do que eu mesmo. E isso não me faz alguém mais cheio de razão, alguém que não erra a não sofre, de novo, muito pelo contrário, pois confesso: eu pago o preço de ser real e ele custa cada lágrima que me desce o rosto feito navalha. Aí passa. Faço um acordo com o calendário e quando me dou conta lá estou eu de novo seguindo como se não tivesse vivido nada antes.


Não trato a vida com desdém, só não trato alguém como o último alguém. Pois os beijos acabam, mas a dor também.

Eu sou a minha melhor companhia. Eu tenho certeza de todo o bem que posso fazer e qualquer hora o mundo se encaixa e eu encontro um alguém para atravessar a rua correndo. O negócio é que eu não me preocupo com isso. Não vivo esperando, vivo fazendo. Não vivo em função dessa condição para ser feliz, todo dia eu dou um jeito de ser feliz. Se você não aguenta ficar um fim de semana sem alguém, você provavelmente é alguém que ninguém conseguirá ficar um fim de semana com você.

Sabe o que é não se importar com o humor do cabelo? Eu tenho tanta dívida para pagar que seria uma tremenda injustiça me preocupar se leram a mensagem mas não me responderam. Eu não quero dedicar meu tempo para quem não me dedica pelo menos atenção.

Eu sou a minha melhor companhia.


Sou quem dá risada sem medir o som, sou quem canta em voz alta no metrô, sou que ignora o mundo ao redor quando estou lendo, sou quem passa batido por conhecidos nas ruas graças aos meus fones de ouvido, sou quem passa horas na loja provando uma outra ou outra peça de roupa – e muitas vezes nem levando, sou quem não se importa no vizinho de poltrona no cinema, sou quem chora ri sozinho quando vê o crédito do vale-refeição acabando no recibo. Eu sou a minha melhor companhia, uma companhia boa de ficar, uma companhia completa porém disposta a encontrar outra para acompanhar, afinal, ninguém é bom o bastante que outro alguém não possa melhorar.

5 Provas De Que O Macho Alfa É O Sexo Frágil

As palavras “macho” e “frágil” no título soaram estranhas para você? Para quem está acostumado a ouvir aquele velho ditado de que a mulher é o sexo frágil, pode ter sido estranho mesmo.

Isso acontece porque a construção social da figura do homem é o oposto daquela imposta à mulher. E exatamente por isso, por ser uma construção, é que essa figura de “macho alfa” é frágil, já que pode ser colocada em xeque a qualquer momento.


Como isso acontece? Se não houver atitudes condizentes com o que essa figura pede, como o cara “pegador” da balada ou o bombado da academia, lá vem o amigo dizer que o outro é “viado” ou um “frangote”. Dessa forma, muitos meninos e homens acham que têm um dever a cumprir de acordo com o papel estabelecido para eles, o que acaba, consequentemente, oprimindo a mulher.

Não, isso não é uma desculpa para a opressão, muito pelo contrário: conhecendo essas questões é que devemos problematizá-las. Para isso, vai aqui uma listinha de comportamentos masculinos que prezam por esse status de macho alfa e que, portanto, não são benéficos para nenhum dos lados. Porém, antes de começar, vamos deixar claro que essa lista não é para ofender vocês, meninos, muito menos para fazer uma generalização, mas é um jeito para pensarmos sobre essas questões de gênero e mudar certas atitudes, ok?

1- “Sou é macho”

Ah, nada mais frágil do que a heterossexualidade masculina. Falar sobre ser bi ou gay perto de muitos homens já é motivo para alguns ficarem em posição de defesa. Às vezes, nem é um questionamento, mas sim só um assunto numa conversa informal ali no bar e neste cenário é fácil escutar aquele clássico discurso: “Tenho até amigos gays, mas eu gosto mesmo é de mulher”. Mas, amigo, alguém perguntou? Não precisa disso não!

Por outro lado, se você é mulher e fala que é bi ou lésbica, na hora eles já ficam interessados, por imaginarem que poderão fazer um ménage com você. Além disso, ficar contando com quantas meninas o cara ficou na balada só para exibir os números para os amigos não é sinônimo de que ele é “O cara”, mas mostra o quanto ele precisa de aprovação, além de ser uma baita objetificação do corpo da mulher. Você agir dessa forma ou falar sobre sexualidade não te faz mais ou menos hétero, meu caro. E mesmo se fizesse, qual é o problema? Vamos rever esses conceitos aí!

2- “Isso nunca aconteceu comigo antes”

Quem nunca, né? Vocês estão lá na “Hora H” e … ah, ela não se concretiza. O engraçado é que, embora para os homens isso seja uma grande desgraça, nem para mim e nem para as amigas com quem conversei sobre o assunto isso seria motivo para julgarmos ou desistirmos do rapaz. Muito pelo contrário: enquanto o boy ficou super mal e às vezes nem quer mais sair, nós é que ficamos mandando mensagens e dizendo que estava tudo bem. É complicado? Claro, principalmente se os dois estão naquele clima e é o primeiro encontro, mas isso não significa o fim de tudo. É o , o lugar, a vida. Uma dica, meninos: essa regra imposta pela sociedade de que todo homem tem que estar sempre pronto pro sexo e mandar bem é furada. Todos tem seus dias ruins, não é? Bora baixar esse ego e conversar com a parceira ou parceiro?


3- “Eu sou melhor do que o seu ex”

Primeiro, como sempre digo, ciúmes de homens e mulheres não são a mesma coisa. Vamos fazer um teste: quando um homem está com ciúmes o que ele faz? Provavelmente vai apelar para as suas qualidades e dizer que é melhor do que o outro cara. E a mulher? Vai se sentir inferior à outra e achar que vai ser trocada. Assim, também por conta daquela construção de “macho alfa”, um homem vai querer provar a todo tempo por que você deve estar com ele e que ninguém vai te amar como ele te ama. Fofo? Não! É só mais um modo de proteger aquela figura intocável de macho alfa, muitas vezes fazendo uso de mentiras e manipulações. Cuidado!

4- “O que eu fiz pra merecer isso?”

A gente conhece um cara legal, passa o nosso número e nada de mensagem no dia seguinte. Depois nos ignora por dias, desmarca encontros e some. Aí, quando olhamos pro espelho e dizemos: Sou linda e não mereço isso … Ele resolve aparecer. Se somos frias depois de toda essa enrolação, lá vem aquele papo de “O que eu fiz para você me ignorar?” Ora, ora, não podemos dar um tempo nem um pouquinho que o ego de alguns já reclamam. Como a figura masculina exige um papel de conquistador, muitos homens só querem a gente ali disponível e, quando não estamos mais, fazem com que a gente pareça a louca-frígida-sem coração. Cara, vamos desconstruir essa necessidade de ter tudo aos seus pés e ser mais fiel aos sentimentos e vontades individuais? Ninguém merece sofrer pelo ego alheio.


5- “Vou mostrar pros meus amigos como você é linda”

Quando o nosso ficante ou namorado quer nos apresentar para os amigos e família é claro que ficamos felizes, não? Porém, às vezes é bom ter cuidado com certos discursos. Será que ele quer isso porque somos importantes ou porque ele quer mostrar que está com alguém? É importante ficar atenta a discursos como “Ah, mas você tem as qualidades que minha família valoriza” ou “Meus amigos ficarão com inveja”, afinal, a relação é a dois e a admiração deve ser dentro do casal, mútua. Se preocupar com a opinião de terceiros pode demonstrar muita insegurança e necessidade de aprovação.


Como escrevi inicialmente, essa lista não tem como objetivo ofender, muito pelo contrário, tem como intuito mostrar alguns comportamentos problemáticos que às vezes passam despercebidos, já que são naturalizados. Somos criados para viver através de papeis sociais, mas, se eles são sinônimos de opressão, é melhor revê-los, não? Vamos pensar fora da caixinha!

Estou Sem Tempo Para Pessoas Fingidas. Por Favor, Não Insista!

Parar, pesar e mandar para qualquer lugar longe de mim.

Sem culpa alguma, se faz necessário deletar “coisas” que não nos acrescentam nada ou que venceram com o tempo.

Coisas são diferentes de pessoas, e muitas pessoas não passam de coisas. Que me perdoe o bom humor, mas hoje não estou no meu melhor dia. Chega de pessoas que batem no peito, fingem ser encantadoras, amáveis, e que não passam de aparências.


Chega! Para tudo há um limite, há uma cota, um fim, e a minha paciência passou da conta.

Foi assim… comecei deletando e bloqueando pessoas da minha vida. Senti falta delas no começo, depois vieram outras mais interessantes e menos interessadas. Decidi me desprender dos tititis que não me levam a nada. Deixei os blablablás para quem gosta de um inferninho e tem tempo para remoer “coisinhas”. Atualmente tenho gostado mais de anonimatos do que de supérfluos.

Tantas pessoas supérfluas na vida, que não valem um tostão de simplicidade e bondade. São arrogantes sem medida e ainda batem no peito que são boas e piedosas. Destas quero distâncias, porque quem se julga muito santo, tem pacto com o “diabo”, se vestem de santidade e se despem em maldade. Não estão nem aí para outro e se puder ainda pisa no coitado.


Mandei mesmo para qualquer lugar, porque para ficar perto de mim, tem que ter pelo menos brilho de verdade no olhar. Não sou obrigada a aturar santo do pau oco. Quer bancar de santo, se colocar no altar? Tudo bem, porém que não venha com falta de tato, afeto e cuidado, porque se pintar de beato até é fácil, quero ver colocar em prática amar a DEUS e ao próximo como a si próprio.

Ama o próximo? Que bom! Então pare de falar mal dele por trás e de destratá-lo. Pare de arrogância e seja leve, pois não vale missa de domingo ou culto que salvará um coração de máscara e língua desenfreada.

Seja apenas amável, pois é melhor do que transmitir aparência de piedoso que se esconde em maldades. Não precisa rezar terço, cantar louvores, se você simplesmente não tem a capacidade de gostar e deixar para lá quem te causa raiva. Não adianta comungar a palavra, o CRISTO, se seus pensamentos são maldosos a ponto de querer o pior para o outro, fazer alguém chorar ou fazer o outro cair. Não existe altar para santo de fingimento, assim como não há aparências para uma vida toda, porque um dia tudo aparece, e alguém se revela um inferno.


Estou sem paciência com quem finge me apreciar. Estou sem piedade com quem finge ser amigo ou bom colega. Não estou suportando santos que não amam o próximo. Não aguento mais fingir que suporto meio sorriso, bom dia ao acaso, cara de qualquer coisa, palavras gentis obrigadas… Então, deletei, arranquei do meu coração e mandei a m****, melhor assim do que mentir que está tudo muito bem.

Não sou obrigada a nada, bem sei. Então, estou preferindo pessoas com pitadas de bom humor, sorriso que aconchega e palavras que encantam, nada mais do que isso.