QUANDO TUDO DER ERRADO… ABRACE SEU CÃO

Os cães não costumam gostar quando os abraçamos. No entanto, quando você tem um dia ruim e tudo parece dar errado, quando tudo mais falhar… abrace seu cão, ou melhor apoie-se nele.

Quem já teve a oportunidade de passar um tempo com um cão sabe que eles são terapêuticos.

Seja através de uma lambida, trazendo um brinquedo para você ou simplesmente repousando a cabeça em sua perna, seu cão vai ajudá-lo a superar um dia ruim.

Tenha em mente que os cães são muito bons interpretando humores, então eles vão saber exatamente quando devem te consolar.

A seguir, apresentamos algumas recomendações sobre como seu cão pode te reconfortar, sem que isso acabe sendo opressivo para ele:

  • O contato físico

Na maioria das vezes, quando vemos nossos cães e nós tivemos um dia ruim, o nosso primeiro instinto pode ser fazer um carinho na cabeça deles.

No entanto, isso acaba sendo uma ação que ele pode vir a interpretar mal porque, para os cães, tocar na cabeça é um sinal de dominação e, sabendo que ele já te considera líder, ele pode facilmente ficar estressado.

Portanto, se você quer acariciar seu animal de estimação, sugerimos outras maneiras. Em vez de dar tapinhas na cabeça do seu cão, tente algo menos ameaçador, como um carinho embaixo do queixo, atrás das orelhas ou na barriga. Você vai perceber que a linguagem corporal do seu cão mudará completamente quando você tiver um contato físico com ele desta forma.

  • Não se esqueça dos limites

Embora você tenha regras para o seu cão, há dias, especialmente aqueles dias quando você não quer lidar com qualquer coisa, que você decide deixá-lo no sofá, não pede “sentar” antes de atravessar a rua ou deixa restos de comida de sua comida na mesa ou prato.

Enquanto para nós quebrar um pouco as regras de vez em quando seja bom, até mesmo saudável, ter que quebrar as regras, por vezes, é realmente confuso para um filhote de cachorro.

Cães realmente se sentem mais seguros quando existem regras e limites consistentes. Se esses não forem impostos, alguns problemas comportamentais podem aparecer.

A melhor maneira de mostrar seu amor para seu cão é permanecer consistente, firme e quente no tom de sua voz e nas suas ações. Claro, isso não significa que você deva ser distante e frio com ele.

Ser carinhoso com o seu cão vai ajudar a dissipar a mente e produzir endorfinas que fazem você se sentir feliz. Além disso, se você fizer isso, vai aumentar a confiança do seu cão e o agradará com mais frequência.

  • Te estimula a socializar

Algo que você pode fazer para se acalmar, e seu cão vai adorar, é encontrar um lugar que aceite a presença de animais de estimação. Felizmente, esta é também uma ótima maneira de mostrar ao seu cão que você o ama.

Os cães são criaturas sociais e absolutamente adoráveis, amam sair com você para conhecer outras pessoas ou outros cães, se eles forem bem socializados, é claro, e vão te acompanhar com muita boa vontade aonde quer que você vá.

  • Um momento a sós

Os cães realmente anseiam seu tempo e atenção, mas isso nem sempre significa que você tem que sufocar seu cão com beijos. Em geral, isso significa tempo sentados calmamente ao lado do outro ou brincar com seu animal até sentir que seu braço vai cair.

Prestar atenção às necessidades do seu cão realmente vai te ajudar a construir um vínculo forte, e ele vai saber como retribuir no momento em você mais precisar, porque ele vai te conhecer melhor.

  • Brincadeiras, terapia para os dois

Se nós estamos correndo ao lado deles ou se escondendo debaixo de um cobertor, o ideal é que ambos tenham um bom tempo.

No entanto, nem todas as brincadeiras são boas. Encher ele de coisas ou ficar em cima dele reafirma o domínio que você tem sobre o seu cão e, às vezes,pode aumentar o estresse que ele pode ter.

O ideal é procurar jogos que melhorem a confiança entre vocês ou aqueles que ajudem a desenvolver a inteligência. Você vai ver como o cão resolve problemas e você esquecerá os seus em um piscar de olhos.

(Fonte: meusanimais.com.br)

APRENDI A SER FELIZ À MINHA MANEIRA, E NÃO COMO QUEREM OS DEMAIS

No campo da felicidade não é preciso se adaptar às exigências da sociedade nem a suas diretrizes. Cada um tem uma fórmula própria para ser feliz.

Poucas coisas são tão desejáveis e complexas como o simples fato de ser feliz. Para muitos, longe de uma preocupação, a felicidade e o bem-estar são uma constante em suas vidas.

Por outro lado, a maioria busca respostas nos livros e tenta, por sua vez, elucidar o que acontece ao seu redor e em sua própria mente para que seus dias tenham sempre este tom apagado, para que o estresse e as preocupações sejam estes companheiros tão incômodos e frequentes.

Não é fácil. Acreditemos ou não, é muito complicado desfrutar esta tranquilidade interior onde podemos dizer “estou bem, não quero nem preciso de mais nada.”

É preciso ter em conta dois aspectos essenciais:

  • Não há uma fórmula mágica para ser feliz.
  • O segundo aspecto que devemos recordar é igualmente básico: você deve ser feliz à sua maneira.

As mesmas coisas não funcionam para todos, e ninguém tem direito de dizer como você deve ser feliz.

O bem-estar é um caminho íntimo e pessoal que nós mesmos devemos descobrir, escolher e criar. Compartilharemos algumas chaves sobre o tema a seguir.

Chaves fundamentais para ser feliz

A psicologia positiva nos lembra estes “maus” costumes que muitos temos: esperar durante toda a semana para que seja sexta-feira e possamos nos divertir, aguardar as férias para descansar, e sonhar com o parceiro perfeito para descobrir o que é o amor.

Se nos limitamos a esperar, a adiar e a programar a nossa felicidade, o que teremos enquanto isso? Este é um dos problemas mais comuns que muitas pessoas costumam ter.

No entanto, outro dos mais comuns é que, muitas vezes, entendemos a felicidade com base em fatores externos, ideias que outras pessoas e a própria sociedade nos projetaram e incutiram.

  • A obrigação de ter que “ter coisas” para ser feliz: um bom trabalho, uma casa, um celular de última geração, muitos sapatos, móveis, computadores…
  • A ideia de que para ser feliz é preciso ter um parceiro, filhos, muitos amigos…

Pouco a pouco caímos em uma espécie de materialismo psicológico e nos convertemos não apenas em ansiosos “consumidores”, mas também em eternos buscadores desta felicidade que os outros constroem para nós.

Não é o adequado. Coloquemos em prática estas dimensões sobre as quais podemos refletir.

E você? O que toma para ser feliz? Decisões

É assim que funciona um dos segredos mais eficazes para construir dia após dia a nossa felicidade.

Para ser feliz é preciso tomar decisões, aquelas que nós classificarmos como convenientes e não as que os outros tomam por nós pensando que são a coisa certa a fazer.

  • Se para você felicidade é ficar em casa em um final de semana lendo e em tranquilidade, deixe de lado os que comentam que você é chato.
  • Se para você felicidade é amar a si mesmo, sem ter a obrigação de buscar alguém que o ame, deixe de ouvir aqueles que repetem que chegou a hora de encontrar o parceiro ideal.
  • Se para você felicidade é ter um trabalho que o apaixona, não escute quem diz que você precisa procurar outro emprego que pague mais.

Fui ser feliz, não sei quando voltarei

“Vá ser feliz”. É simples assim. Em alguns casos nos prendemos a certos locais, costumes, coisas e pessoas que nos encalham, de forma que deixamos de enxergar quais são as nossas prioridades.

  • Caímos em pequenos círculos viciosos onde dizemos a nós mesmos que é melhor a rotina do que o imprevisto, o mau conhecido do que o bom por conhecer, que é melhor se ajustar ao que os demais esperam de nós do que decepcioná-los.
  • Tudo isso, ainda que você não se dê conta, vai criando uma infinidade de mecanismos de defesa que nos convertem em prisioneiros. Deixamos de nos atrever a ser felizes porque pensamos que é melhor nos adequarmos aos caminhos que os outros criaram para nós.
  • Como fazer, por exemplo, algo que nossa família não espera? Como reagir de uma forma que nossos amigos não entenderiam? Como dizer ao meu parceiro que já não sou tão feliz quanto antes?
    Decida ser coerente consigo mesmo. Vá ser feliz.

Meu plano para hoje: ser feliz

Comentamos no início: a felicidade não deve ser adiada até a sexta-feira, nem as férias, nem para quando tivermos uma casa maior ou um parceiro ideal.

A vida é agora, neste mesmo instante. Fica claro que todos temos obrigações e que sempre teremos uma pessoa que nos dirá que “não se pode ser feliz enquanto tivermos horários a cumprir e um trabalho a fazer todos os dias.”

No entanto, é necessário reinterpretar estas ideias de forma adequada. Busque um trabalho que faça você se sentir bem. Tenha responsabilidades que o enriqueçam pessoalmente. Consiga fazer com que suas rotinas sejam significativas e úteis para você.

Faça o que fizer, permita que se adeque aos seus interesses, que nada lhe faça se sentir utilizado, manipulado ou infeliz. No final das contas, só temos uma vida. Assim, por que não aproveitá-la ao máximo?

(Fonte: melhorcomsaude.com)

POR UM PRAZER MENOS EGOÍSTA

O prazer é por natureza egoísta; é uma satisfação ontologicamente individual e, portanto, jamais poderá ser absolutamente altruísta ou desprendido.

Ninguém poderia sentir por nós o prazer de um café quente, de uma refeição farta, de uma fragrância agradável, de um sexo bem feito, nem nós poderíamos nos alienar totalmente das sensações físicas e psíquicas que envolvem o prazer.

No entanto, o egoísmo do prazer assumiu contornos extremos nos últimos dois séculos e meio. As teorias política e econômica do liberalismo do século XVIII, que forneceram as bases ideológicas do ocidente contemporâneo, enfatizavam a promoção do bem-estar e das liberdades individuais como forças-motrizes da sociedade.

Quanto maior a felicidade individual, maior o bem-comum social. O consumismo exacerbou esse processo, ao colocar na prateleira, e de forma customizada, para todos os gostos, a satisfação de nossas necessidades e vontades.

A sexualidade, campo por excelência do prazer, não ficaria imune a essa tendência. Aprendemos desde cedo que o orgasmo é o objetivo, e quanto mais intenso, melhor. Fomos aos poucos nos afastando do fazer e nos aproximando do obter – fazer amor ou sexo passou a ser sinônimo de obter orgasmo.

É como aquela máxima segundo a qual a felicidade não está no fim do caminho, ela é a própria caminhada. No sexo, inverteu-se a lógica. Pior: segregamos o prazer por gênero. Não é apenas cada vez mais egoísta, mas é também masculino. Um teste: quantas cenas de filmes eróticos acabam com uma mulher tendo orgasmo?

Livros, revistas, artigos – e até o consultório ou o divã – viraram meios para a discussão sobre como fazer a mulher alcançar o orgasmo.

Mais do que fatores biológicos, o que explica essa suposta dificuldade é uma construção social que relega o prazer feminino a segundo plano. A transa acaba quando o homem ejacula. E ponto. E isso se reforça com o egoísmo do prazer: seu prazer importa menos que o meu.

É por isso que para muitos é tão difícil entender qualquer fantasia ou prática sexual que não privilegie o orgasmo. Estão aí para prová-lo o sexo tântrico e a menos conhecida karezza (do italiano carezza, carinho), que se concentram na
troca de estímulos entre os(as) parceiros(as) e entendem o prazer como experiência emocional e sensorial muito além do clímax.

Mais enigmáticas ainda são, também para muitos, as fantasias como o voyeurismo. Afinal, qual seria o sentido de assistir o ato sexual entre outras pessoas, conhecidas ou estranhas? A resposta é simples, mas, para muitos, insatisfatória ou incompreensível: meu prazer pode, sim, estar no prazer alheio.

Não se trata de um mundo sem satisfações pessoais ou de total abnegação do deleite; trata-se, isso sim, de ampliar a definição de prazer e entender que o prazer do outro não é distinto do nosso, mas, antes, seu complemento.

Felizmente, parecemos caminhar para um compreensão mais abrangente do sexo, que inclua uma definição holística e altruísta do prazer.

É uma revolução e tanto: estamos demolindo os pilares rígidos de conceitos sociais que balizam a
sexualidade há décadas – senão séculos.

É, também, uma descoberta fascinante: afinal, explorar o prazer alheio é ter diante de si um universo infindável de possibilidades, anseios, desejos, fantasias.

No amor como no sexo, somar é muito melhor do que dividir.

A GENTE SE DESPEDE QUANDO PERCEBE QUE NÃO FAZ MAIS SENTIDO FICAR

Um dia, a gente, finalmente, se despede. Descobre que ir embora não é mais difícil do que ficar onde não é bem-vindo. A gente se veste de coragem, cata os verbos soltos pelo chão, as juras de amor e as promessas de ocasião.

Um dia, a gente compreende que, estar por estar onde quer que seja, não leva a lugar nenhum. É como ser qualquer coisa num cenário abandonado. E ser qualquer coisa em qualquer lugar não é ser nada.

Um dia, a gente descobre que se despedir é olhar de relance para tudo o que fica, para todas as coisas nascidas da comunhão de um instante que já foi eterno.

Mesmo com essa lembrança, a gente não quer ficar porque não se sente mais em casa. O coração está adormecido e não se emociona com a risada do outro que antes era sol e abrigo.

Um dia, a gente, simplesmente, cansa de tentar arrumar a casa, ajeitar a mobília quebrada. A gente cansa de doer sozinho e sofrer por tantas ausências premeditadas. No fundo, a gente quer que tenha reciprocidade, a gente quer ser lar em beira de estrada, mas também quer ser luz acesa no coração do outro.

A gente percebe que era só um nome avulso numa folha qualquer, um ancoradouro para abrigar alguns cansaços. Um estepe. Um talvez.

A gente se despede quando percebe que não faz mais sentido ficar se o coração do outro só se ressente, não perdoa e não ama mais. A gente se resgata indo embora sem olhar para trás, sem tentar lembrar que partir pode ser um erro imperdoável, mas que ficar não pode ser mais nada.

DIAS RUINS: A GENTE NÃO PRECISA DANÇAR CONFORME A MÚSICA

Dias ruins virão e isso você aprende na prática.

A gente sempre espera coisas boas, gargalhadas e uma comida gostosa para completar. Ou, às vezes, a gente não espera nada. Mas dificilmente a gente espera que nosso dia seja uma droga e que a gente volte para casa se desmanchando em lágrimas no ônibus, ouvindo uma música depressiva, com a mente borbulhando de preocupação e a dignidade perdida em algum pote de sorvete.

Só que esses dias existem e a gente tem que enfrentar de cabeça erguida, com um pote de sorvete de flocos e rezando para o dia acabar logo.

São momentos que não definem nosso ano, nossa vida ou quem somos. São apenas momentos que nos fortalecem e nos mostram que nada é de fato tão ruim e que nada dura para sempre. Nada.

Em alguns momentos a gente precisa ficar sozinho para refletir sobre nossas vidas, atitudes, decisões. Em outros, queremos companhia, conversar e poder dançar até doerem os pés. Em alguns momentos a gente deseja viajar para bem longe, junto da solidão, fazendo planos falíveis. Em outros a gente quer estar exatamente onde está, junto de quem estamos e exatamente como estamos. Há dias em que o sol parece brilhar mais bonito e as pessoas parecem felizes. E há outros em que o céu parece um eterno nublado e as pessoas apressadas demais, cansadas demais e tristes demais… e você as acompanha.

A vida é inconstante e a gente não precisa dançar conforme a música.

As pessoas às vezes são cruéis, mas você não precisa ser também. O dia pode estar nublado, mas não precisa chover dentro de você. O mundo pode parecer triste, mas ainda há motivos que te fazem sorrir. Algumas vezes o cansaço parece dominar todos à nossa volta, mas não precisamos nos dar por dominados junto. A gente precisa aprender a separar as coisas e entender que há ritmos que não nascemos para dançar.

A verdade é que temos a tendência de fazer tempestades em copo d’água. Nos desesperamos fácil e isso nos cega, fazendo com que a nossa visão para a solução seja limitada. Nos dias ruins, precisamos vive-los e respirar fundo, cientes de que sempre haverá uma saída, mesmo que não seja a desejada. Porque fugir é falho e brigar é inútil. Chorar ameniza e pensar nos abre portas.

Dias ruins virão e tudo o que podemos fazer é aprender com eles, porque mesmo que não haja um arco-íris depois da tempestade para colorir o céu, haverá sempre uma oportunidade de fazer o dia mais colorido sem necessariamente precisar de uma tempestade.

A OBRIGAÇÃO DE SE FAZER FELIZ É A SUA

Refletindo sobre a minha própria vida, percebi que quase todos nós perdemos tempos demais. Isso não é uma suposição, não é uma indagação. É uma afirmação. É uma observação.

A grande maioria das pessoas que conheço gasta os dias esperando os dias passarem. Esperando as horas avançarem, as semanas acabarem, os meses terminarem, os anos virarem, mas elas não esperam quase nada de si. Elas querem que os relógios deem conta de conquistar a vida por elas.
Não faz muito tempo e o meu sonho era ter 18 anos. Eu achava que uma tatuagem e um alargador transformariam a minha vida.

Eu tinha certeza absoluta que poder entrar em todas as festas, beber ou chegar tarde em casa faria total diferença para mim, para os meus dias e para as coisas que soavam divertidíssimas e empolgantes aos meus olhos um tanto quanto impressionados com a vida adulta.

Hoje, meu braço é tatuado, minha orelha carrega um alargador, ninguém pergunta mais se eu tenho idade para beber ou se importa se eu virar três noites seguidas sem dormir, mas minha vida não se tornou nada parecido com o parque de diversões que eu imaginaria que fosse.

Não que eu não goste do traço, da marca permanente no meu corpo, não que o alargador que me ajudou a superar meu trauma por ter uma orelha grande não seja especial, não que eu não suporte o sabor de cerveja ou sinta sono às duas da manhã e já implore para ir para casa, mas é que eu pensei que isso tudo seria mais legal.

Com o passar dos anos, com o ganhar da maturidade, uma coisa que quase nenhum pré-adolescente pensa, mas todo adulto sofre, é com o censo de responsabilidade e a necessidade de ser bem sucedido.

Hoje, as pessoas meio que enterraram o – fazer por amor – das escolhas profissionais. A onda da vez é – fazer por dinheiro para ter dinheiro para fazer por amor.

Nos meus tempos de colégio, os testes vocacionais diziam que era para eu me imaginar dez anos na frente e pensar se estaria feliz com aquela opção de trabalho. Mas olha, veja bem, é difícil pedir isso a qualquer pessoa que só tem como responsabilidade tirar 10 na prova de química. É difícil exigir isso de quem só morre de preguiça de praticar esportes porque as aulas de educação física são obrigatórias. É difícil obrigar alguém que tem tantos sonhos a escolher um sonho só.

Agora, no presente, sou um jovem de vinte e poucos anos que trabalha quarenta horas semanais. Que tem horários marcados para chegar, sair, almoçar, voltar, chegar, sair e enfim ter liberdade.

Sim, meu amigo, depois da faculdade, aquele paraíso das horas livres para fazer o que você quiser, que quase sempre se restringe entre as 18h e 7:20h da manhã. Ou pior: entre meia noite e o segundo alarme do despertador. Depois disso, é a hora da sua parcela capitalista trabalhar para pagar os boletos dos sonhos que você faz enquanto procrastina.

A vida é só um sopro. A vida é curta demais. A vida passa rápido demais para você deixar de ser ator, atriz, cantor(a), dançarino(a), veterinário(a), ginecologista, urologista, dentista, engenheiro(a), arquiteto(a), tatuador(a), desenhista, cronista, cartunista, artista ou o que mais couber nessa lista, porque alguém disse a você que é errado ou não dá dinheiro ou que não é o melhor para a sua história.

A vida, cara pessoa do outro lado da tela, é curta demais para a gente deixar de comer pizza, assistir desenho animado ou levantar do sofá para aprender a tocar violão. A vida, essa que está, neste segundo, fazendo seu coração bater, é rara demais para ser triste. Para ser o que der para ser. Para ser qualquer coisa. Para ser esse calvário interminável onde a gente passa mais tempo reclamando do que realmente sendo feliz.

Meu único conselho para você é: siga seu coração. Dê mais ouvidos a ele e ligue menos para as críticas das pessoas, especialmente as que não acreditarem no seu sonho.

A obrigação de se fazer feliz é sua. O expediente acabar não vai trazer a felicidade. A semana acabar não vai trazer a felicidade. O mês acabar não vai trazer a felicidade. O ano acabar não vai trazer a felicidade. Mas você pode ir até ela. Então, simplesmente, vá. Nem que seja só com a roupa do corpo. Quando a gente tem um sorriso enorme estampado no rosto, ninguém liga para a estampa da nossa camiseta.

(Autor: Matheus Rocha)
(Fonte: eoh.com.br)

COMO A OPINIÃO DOS OUTROS PODE AFETAR A SUA VIDA?

Quem nunca mudou de decisão baseado na opinião de outra pessoa?

Quantas vezes não nos questionamos sobre qual seria a visão de alguém a respeito de um dilema que estejamos passando?

De que forma a crítica do outro pode se tornar uma dádiva ou uma armadilha em nossas vidas?

Vivemos em sociedade e em grupo, dessa forma, somos observados e julgados o tempo todo por aqueles que estão a nossa volta. Figuras como pais, filhos, cônjuges, amigos e mestres, geralmente são os que apresentam maior influência emocional sobre nós.

Os sonhos, os planos para o futuro, os desejos e os projetos a curto e longo prazos fazem parte da vida.

Porém, muitas vezes ao conversar sobre isso com alguém podemos nos ver desestimulados ou desacreditados.

Dependência emocional

A baixa autoestima e desconfiança sobre nosso próprio potencial pode nos paralisar ou limitar a busca por nossos ideais. Com a autoconfiança prejudicada, estamos mais propensos a criar uma relação de dependência com o outro que se torna, sem que percebamos, um guia ditando verdades absolutas para nós.

É difícil romper com as “profecias” que aqueles em quem confiamos pregam a respeito das nossas vidas. Agir em desacordo com elas e assumir os riscos requer coragem. Isso gera ansiedade, medo do fracasso e do arrependimento.

Porém, se não seguirmos em frente podemos sofrer uma frustração intensa ao percebermos que nos deixamos envolver pela opinião alheia e, dessa forma, desistimos de buscar os nossos sonhos.

Um bom conselho

É importante que tenhamos uma rede de pessoas em quem possamos confiar. Contar nossas histórias, compartilhar os anseios e pensar melhor sobre os assuntos. Isso nos acolhe, minimiza a sensação de solidão frente a um desafio e amplia a nossa visão sobre as escolhas que precisamos tomar.

Aconselhamentos e orientações também são bem vindos, uma vez que nos conforta e diminui um pouco o peso que uma decisão pode ter, além de permitir que esta seja realizada com maior segurança.

Devemos ouvir a opinião do outro, mas é preciso ter senso crítico para perceber se ela é realmente válida para nossa realidade e desejos.

“Confie em si mesmo!”

Viver é um desafio! Cada momento e cada fase são repletas de possibilidades, escolhas e transformações. Cabe a cada um de nós olharmos para dentro de si e perguntar o que queremos conquistar? Se as minhas atitudes e escolhas são honestas ou se estou tentando agradar alguém?

Para isso, tenha coragem e siga em frente! Busque escrever a sua história independente daquilo que os outros digam ou pensam sobre você. Confie no seu potencial e nos seus desejos. Siga-os!

Gostaria de deixar uma reflexão sobre o assunto através do trecho da música Mais Uma Vez da Legião Urbana:

“Nunca deixe que lhe digam que não vale a pena acreditar no sonho que se tem ou que seus planos nunca vão dar certo ou que você nunca vai ser alguém… Mas, eu sei que um dia a gente aprende se você quiser alguém em quem confiar. Confie em si mesmo!”

Via nossa página parceira: A Caminho da Mudanca
Autora: Viviane Lajter Segal

AMORES LÍQUIDOS SIM! E DAÍ?

A geração da minha mãe e anteriores foram gerações de mulheres que casavam. Algumas estudavam, algumas trabalhavam (e trabalham), mas invariavelmente casavam. Muitas vezes com o primeiro e único namorado (“moça de família” não podia passar muito disso). Era a principal perspectiva na vida da mulher.

Minha geração cresceu em meio a mundos cor de rosa, brincando de casinha e acreditando que esse também seria nosso destino, afinal, esse era o “final feliz” de toda princesa…

Eu cresci acreditando nisso. Fui moleca, joguei muita bola, brinquei de pique, subi em árvore, assisti desenhos de luta… Mas mesmo assim acreditava em “príncipe encantado”.

Brincava de namoro e casamento com Barbie e Ken (tinham cama de casal e tudo). Sonhava em ter um namorado desde o
pré-escolar. Aliás, sempre tive paixões platônicas, desde que me entendo por gente.

Aprendi a escrever e vieram os diários. Altas declarações de amor… Fui daquelas que escrevia carta anônima e tudo. Veio a adolescência e as coisas começaram a deixar de existir apenas no plano das ideias. Paixões, emoções, ilusões, desilusões, descobertas, alegrias, decepções… De carne, osso e sentimentos.

Enfim adulta, mas apesar da idade, aquele sonho do “felizes para sempre” me perseguia. Eu via todo mundo namorando e
eu só “ficava”, não tinha nada sério. Acreditava piamente que era “impossível ser feliz sozinha” e me achava a mais miserável das criaturas por não ter um namorado. Meu sonho era postar foto de casal no orkut, receber declarações românticas no aniversário de namoro, essa palhaçada toda kkkkk…

Fui ter meu primeiro namorado depois dos 20. Foi uma relação bem complexa. Mas foi através dela que me libertei daquele paradigma limitado. Em 2015 completei 24 anos e terminei dois relacionamentos. A questão é: percebi que casar e ter filhos é uma opção, um estilo de vida, mas que existem muitos outros. E que nem todos se encaixam nesse modelo padrão.

Apesar de a sociedade nos vender esse “pacotão” como receita pra felicidade, basta olhar em volta e ver que é propaganda enganosa. Tem gente casada e feliz? Tem. Mas também tem solteira, tem quem case e more em casas diferentes, tem
quem só namora, tem quem troca de namorado (a) com frequência, tem gente que pega o amigo… E eu, que pensava me encaixar no primeiro grupo, fui perceber que esse equívoco era por falta de autoconhecimento.

Tive relacionamento longo, médio e curto, e também tive oportunidade de ficar sozinha (depois dos 24 anos, pela primeira vez realmente sozinha, sem nenhum amor platônico inclusive). Pela primeira vez na vida não desejo estar num relacionamento.

Não estou solteira por falta de opção, não estou sofrendo, não penso em casar. Realmente estou bem assim. Sei que para quem só é feliz estando em um relacionamento (ou ainda não se libertou do “pacotão”) é difícil assimilar a ideia, mas é verdade.

Essa introdução toda foi para falar de amores líquidos. Já li alguns textos a respeito e em todos eles o tema era tratado como um problema. Um tipo de decadência nos relacionamentos entre as pessoas. Quase uma doença dos tempos modernos. Mas para mim eles são a solução.

Não quero me tornar uma ermitã. Gosto de me relacionar com as pessoas, o que não gosto é do peso do compromisso. Não quero ser cobrada, podada, ter que me preocupar em agradar alguém, em ser a “moça pra casar” e principalmente, não gosto de ser tratada como posse de alguém.

Aí vem as pessoas “do bem” (mães, vós, amigas caretas, etc…) e falam: “mas existem caras legais, você ainda vai encontrar um dia e blá blá blá”. Existem mas mesmo que eu os encontre um dia, não é só disso que se trata. Tem outras coisas que pesam também:

  • Em um relacionamento ambos tem que ceder. Geralmente a mulher cede mais, mas vamos supor que o cara seja “O” cara (e não um machista) e ceda tanto quanto a mulher. Ainda assim terei que ceder meus 50%;
  • A opinião do outro conta. Por mais liberal que seja, alguma satisfação sempre será de praxe;
  • Em algum momento a relação cai na rotina, esfria. Por mais que tenha amor, depois de um tempo nunca será igual à primeira semana, onde tudo era “perfeito” sem esforço algum para “manter a chama”;
  • Muitas vezes o seu desejo diminui muito (por “N” motivos) e o do cara não. Aí começam as cobranças. Falando em cobranças… são muitas!
  • O outro pode não entender sua vontade/necessidade de ficar sozinha;
  • Etc…

Todas as pessoas que vejo defendendo o casamento e criticando amores líquidos falam que é preciso ter muita paciência para se manter em uma relação. Que conviver a dois não é fácil. Que é preciso abrir mão de muita coisa. Será que eles já se perguntaram se todo mundo está disposto a isso?

Se é algo assim tão difícil, será que realmente é para todos? Será que não posso querer algo mais prático? Por que a felicidade tem que seguir o mesmo modelo para todo mundo?

No momento eu não quero ceder nada, quero continuar sendo quem sou 100% do tempo e fazendo o que realmente tenho vontade. Gosto das coisas do meu jeito, no meu tempo. Não gosto de cobranças, amo minha liberdade. Adoro ficar sozinha, falar sozinha, sair sozinha…

Não sou uma boa companhia o tempo todo. Às vezes enjoo das pessoas. Gosto de variar. Gosto de poder ficar com alguém hoje e amanhã talvez não mais. Gosto de ficar com alguém quando e se tiver vontade. Gosto de poder escolher. Às vezes tenho muita vontade, às vezes não tenho nenhuma. Gosto de respeitar isso. Gosto de dormir sozinha e espalhada na cama (essa história de conchinha pra mim nunca funcionou).

Mas, por outro lado, as paixões não me deixaram por completo. Sim, ainda tenho sentimentos, desejos, etc. Então, quer coisa melhor que amores líquidos? Não importa se dura um dia, uma semana, um mês ou mais… O importante é que dure o tempo que for bom para os dois. É uma forma de se ter praticamente só a parte boa das relações, sem apegos, sofrimentos…

Qual o problema das relações não durarem a vida toda? Acho que se acaba é porque hoje as pessoas (principalmente as mulheres) tem opção. Não tá bom? Termina. Tá sendo agredida? Pula fora (e denuncia). Não ama mais? Separa. Quer ficar com outro? Fica. Quer experimentar? Experimenta. Descobriu-se homossexual? Se assume. Quer pegar geral? Pega. Quer namorar? Namora.

As coisas não tem que durar. Elas duram se for para durar, se essa for a vontade de ambas as partes. Ultimamente tenho preferido as que não duram. Tem se encaixado melhor ao meu jeito de ser.

VOCÊ ESTÁ SE MACHUCANDO SEM PERCEBER

Mesmo que possa parecer egoísta, de vez em quando devemos pensar em nós e deixar de nos machucarmos por estarmos presos ao passado ou exigirmos muito de nós mesmos.

Amar a si mesmo é algo primordial, mas quantas vezes acreditamos ser egoístas ou vaidosos por fazê-lo? Parece que cuidar de si mesmo é ruim, por isso estamos nos machucando sem estarmos verdadeiramente conscientes deste ato.

Talvez você acredite que cuida de si mesmo por tentar ter uma imagem perfeita, por tratar de agradar sempre aos demais… Pelo contrário, você está se machucando, não está se respeitando, não está se cuidando.

Existem muitas formas de se machucar, mas algumas são tão sutis que não as percebemos. Hoje descobriremos algumas para que você comece a eliminá-las de sua vida.

Pense que machucar a si mesmo o enfraquece pouco a pouco e irá torná-lo uma pessoa muito mais triste.

Você está se machucando quando diz “sim” querendo dizer “não”

Agradar aos demais é um de nossos ensinamentos principais. Por algum motivo, nos educaram para sempre sermos educados ou amigáveis com os outros.

Ficamos mal se dizemos não a um pedido, e negar fazer algo também nos faz sentir mal.

Na sociedade na qual vivemos não estamos acostumados a aceitar um “não” como resposta. No entanto, isto tem que acabar. Você está se machucando quando coloca como prioridade as necessidades dos demais ao invés das suas.

Você vem primeiro, deve se valorizar. Se você não o faz, ninguém o fará. Além disso, pode ser uma boa prática começar a dizer “não”, se você realmente quer dizer “não”.

Quantas coisas você diz por medo de como os outros podem reagir? Isso pode ser o início de um caminho cheio de sinceridade consigo mesmo e com os demais.

Você está se machucando quando exige ser perfeito

Ligado com o previamente mencionado, acreditamos que ser perfeitos diante dos olhos dos demais é o que temos que fazer. Isso somente provoca medo do fracasso e dos erros que geram sentimentos de culpa.

Para começar a deixar de querer ser perfeito para os outros, você deve escapar das opiniões dos demais.

Se você se deixar levar por elas, no final, deixará de ser você mesmo e se converterá no que as demais pessoas querem que seja.

É saudável escutar as opiniões alheias, mas deixar que estas influenciam sua personalidade só irá machucá-lo. Você não será feliz sendo algo que não é, tentando ser perfeito quando sabe que todos nós somos imperfeitos.

Você está se machucando se não cuida de si mesmo

É bom reservar certos gostos para situações especiais, mas se você está sempre adiando algo que quer realizar, no final nunca o fará.

Uma férias, um cochilo à tarde, um presente, aquela jaqueta que tanto queria…

Pense que somente temos uma vida e que se não a vivermos agora, quando iremos vivê-la? O tempo passa rápido e talvez amanhã já não possamos fazer aquilo que queríamos.

Deixe de adiar o que você quer fazer. Simplesmente faça!

É fácil dizer, mas também é simples realizar. Somente você está se limitando e, por isso, somente você pode eliminar as barreiras. Se você deseja se dar um presente, não se reprima. A vida foi feita para ser desfrutada, não para ser reprimida.

Você está se machucando se não vive o presente

Ao longo de nossa existência cometeremos muitos erros e equívocos dos quais vamos nos arrepender.

O sucesso está em saber aceitar nossa condição de não sermos perfeitos e de aprendermos com tudo aquilo que tenha nos machucado ou que tenhamos provocado.

No entanto, morar no passado às vezes nos prende mais do que deveria. É difícil se soltar e se livrar desse passado que somente nos consome, que nos torna pessoas amargas e tristes e que não conseguem superar uma situação que não voltará a se repetir.

Porque o passado já ficou para trás e agora é o momento de viver o presente. Assim como com os desejos, você vive o aqui e o agora. Essa é única coisa que importa, o único momento que você deve focar com verdadeira força.

Você já passou por alguma dessas situações antes? Se você se sentiu identificado, é o momento de aprender com os erros e de não voltar a cometê-los nestas situações, pois nos afundam em um turbilhão de emoções e vibrações negativas.

É o momento de mudar, de avançar, e de não se machucar mais sem perceber.

(Fonte: melhorcomsaude.com)

VOCÊ ESTÁ COLHENDO NA SUA VIDA ALGO QUE NÃO É DO SEU AGRADO? PLANTE AS SEMENTES CERTAS!

Desde que comecei a encarar a vida com positividade, e gratidão tenho olhos e ouvidos mais sensíveis e treinados para detectar ao meu redor negatividade, desesperança, ansiedade, medo…

Constantemente, na minha atuação profissional, escuto algo do tipo:

  •  Não entendo porque passo por isso!
  •  O que eu fiz para merecer tal coisa!
  •  Fulano que não é bom tem uma vida tranquila e eu…

Você já pensou assim? Ou pensa?

Eu já pensei assim! E, enquanto adotava essa postura frente a vida, esse papel de vitimização, minha vida respondeu da mesma forma. Respondeu com doença, com ansiedade, com instabilidade, com visão limitada, com negatividade, com medo…

Se estou colhendo algo na vida, que não está sendo do meu agrado, o único caminho para mudar a situação é pensar no plantio.

Por mais simples que pareça, num mundo acelerado, onde o “piloto automático” tem prevalecido, as pessoas reclamam, sofrem, mas tem muita dificuldade em manter o olhar para dentro de si. Afinal é simples pensar eu planto, eu colho. Mas a reflexão profunda do que isso significa e qual impacto na vida da gente, é difícil.

Quando comecei a buscar aprendizado em todos os acontecimentos da vida, a agradecer pela oportunidade de momentos alegres, tristes, de saúde, de doença, de bem-estar, de dor, de êxito, de fracasso… eu sofri uma grande transformação. Comecei a analisar quais sementes estava plantando, como estava cultivando, o que queria alcançar, o que precisava mudar para alcançar esse resultado.

Assim como a natureza preserva diferentes ciclos, diferentes estações, nossa vida também se dá dessa forma e, quando aprendemos a compreender isso dentro de nós e respeitar, mas não com uma aceitação submissa, mas uma atitude geradora de resultados concretos, tudo muda dentro da gente e ao nosso redor.

Quando resolvi mudar as sementes na fonte geradora de vida, meu cérebro e cultivá-las com emoções positivas para construir um belíssimo jardim, de espécies diferentes, coloridas, que gerassem em sintonia saúde, bem-estar, produtividade, prosperidade e felicidade, como uma grande orquestra colorida.

Não só meu cérebro mudou, ou eu mudei, mas comecei a perceber crescimento nos meus pacientes, nos meus trabalhos, na minha vida.

Quando resolvi respeitar os ciclos de expansão e recolhimento, cultivando e desenvolvendo a resiliência a vida passou a ser mais maleável, mais leve. Quando resolvi buscar na dor, não um alento, mas uma aprendizagem e um novo caminho, mais em mais pessoas com dor começaram a aparecer para fazer parte deste ciclo de mudanças, de evolução.

Quando fiz a ação correta, a vida me deu muito mais!

Convido você a fazer o mesmo agora. E se já fez, sempre recicle, pois, estamos em constante mudança.

Vamos olhar para dentro e começar agora a buscar no lugar certo. Dentro de nós! Quando passamos de mero espectadores da nossa vida, para reais protagonistas dela, passamos a ver nossa vida como realmente ela é: uma grande oportunidade de crescimento.

E como fazer isso? Vamos mudar as sementes e fazer um belo jardim?

Comece com ações simples hoje mesmo:

1. Pense em quantas gargalhadas e sorrisos em média, nos nossos 1440 minutos do dia, você dá. Hoje procure rir mais um pouco para semear com qualidade.

2. Pense nos abraços que troca durante o dia. Intensifique um pouco hoje. Abrace mais forte, fique mais dois segundos…

3. Faça uma gentileza por dia. Foque em não esquecer de fazer uma por dia, se quiser fazer mais faça, mas não esqueça todos os dias de fazer pelo menos uma gentileza.

Não espere para planejar grandes ações. Pequenas ações dão resultados enormes! Faça já!

Espero que me diga como se sentiu.

Grande e carinhoso abraço! Ah! Com um sorriso também!!!!