Psicanálise e Política || Renata Cromberg

Quinta entrevista da série PSICANÁLISE E POLÍTICA
http://psicanalise-e-politica.psibr.com.br/

Renata Cromberg mostra, através de sua própria história, como a psicanálise não pode ser entendida fora do campo da politica. Falando sobre a pioneira Sabina Spielrein, aponta um fazer político do feminino, tece crítica à cultura do estupro e desconstrói a polarização esquerda e direita.

Entrevistadora: Lúcia Paiva

Renata Udler Cromberg é psicanalista, formada em filosofia e psicologia pela Universidade de São Paulo, com formação em psicanálise realizada pelo Departamento de Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae, onde foi também professora e fez parte do Conselho Editorial da Revista Percurso e do Colegiado de Admissão de novos membros. Além do consultório particular, onde exerce sua clínica e dá supervisões clínicas e institucionais, é orientadora de grupos de estudos em psicanálise e supervisora clínica do Centro de Referência e Treinamento para DST/AIDS de São Paulo. Elaborou e realizou pesquisa sobre psicanálise e violência sexual através da Fundação Carlos Chagas e Fundação FORD. Foi supervisora clínica e institucional do Centro de Abuso Sexual da Faculdade de Medicina da USP, da Casa Elisabeth Lobo e da Casa Eliane de Gramont, que atendem mulheres vítimas da violência em Diadema e São Paulo. Participou dos seis cursos semestrais de capacitação para o atendimento a mulheres em situação de violência promovidos pelo departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP e pela ONG Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde. Autora dos livros Paranóia e Cena Incestuosa para a coleção Clínica Psicanalítica, escreveu vários ensaios, artigos e resenhas para livros, revistas e jornais. Dentre eles destacam-se: Tornar-se autora, para o livro Psicanálise, cinema e estéticas de subjetivação e Un corps que tombe un corps que se réléve, para o livro Féminilité autrement.