CAMINHAR NA PRAIA É TUDO DE BOM E TRAZ MELHORIAS IMPORTANTES PARA A SAÚDE

Você está há um tempão sem fazer uma atividade física, chega à praia e se enche de coragem e energia para iniciar aquela caminhada.

Maravilha! Mas alguns cuidados são essenciais para evitar problemas e, mais do que isso, para garantir os benefícios que essa atividade proporciona à saúde.

“A caminhada é excelente, além de ser acessível. A pessoa sedentária que começa a praticar por 30 minutos, pelo menos três vezes por semana, logo sente melhorias na pressão arterial, musculatura, peso… Sem falar que estimula a prática de uma atividade regular”, diz o educador físico Tarcísio Muniz, o Tatto, do Espaço Equilíbrio Fitness & Health.

1. Horário

“O ideal é entre 6 horas e 9h30, quando o sol não está tão forte e o desgaste do corpo é menor, assim como a partir das 17h30”.

2. Alimente-se e hidrate-se

“Tem gente que pensa que caminhando em jejum vai emagrecer mais rápido. Isso é um erro. O que acontece é a queima de massa muscular”. Assim, tome um bom café da manhã. E pode beber água antes, durante e após a caminhada.

3. Respiração

“Inspire 100% pelo nariz e solte o ar pela boca”, alerta Tatto. Quem caminha respirando pela boca corre o risco de forçar o diafragma e sentir aquela dorzinha incômoda.

4. Roupas e tênis


Escolha shorts e camisetas do tipo dry fit, que ajudam no processo de transpiração, meias de algodão e tênis adequado para a atividade. Não esqueça o filtro solar, viseira e óculos de sol.

É IMPOSSÍVEL SER FELIZ AO LADO DE QUEM RECLAMA DE TUDO

Por mais que saibamos que a felicidade praticamente depende de nós mesmos, de como encaramos a vida, os fatos, os dias e suas atribulações, tem gente que parece ter o dom de impedir a paz de quem estiver ao seu lado.

Se já é difícil mantermos certa serenidade nesse mundo violento de hoje, em que crises econômicas pipocam aos quatro cantos e o trabalho nos toma muito tempo e energia, torna-se quase impossível sorrirmos perto de pessoas que só reclama e criticam, e pior, em voz alta.

Existem pessoas que nunca parecem estar bem, como se nada pudesse satisfazê-las, uma vez que jamais passam um dia sem enxergar problemas pela frente.

Se estão em férias, sentem-se entediadas; se estão trabalhando, vivem cansadas; se estão viajando, reclamam do hotel; se estão bem de saúde, alguma preocupação perturba.

Sempre se sentem incomodadas com alguém que dizem lhes tratar mal, com o chefe que dizem ser deseducado, com o amigo que dizem ser ausente.

Da mesma forma, nada do que dissermos ou fizermos por elas surtirá algum efeito positivo, nada terá o poder de retirar-lhes do círculo vicioso das lamúrias e da infelicidade constantes.

Por mais que tentemos, por mais que mostremos o lado bom das coisas e/ou das pessoas, nada as convencerá de que muitas causas de suas queixas infinitas encontram-se nelas mesmas.

Estão por demais acostumadas a olhar somente para fora de si, com olhos negativistas, portanto, voltar o olhar para si será uma tarefa impossível.


Isso não quer dizer que não devamos tentar ajudar quem esteja perdendo o que a vida tem de bom, de tanto que carregam olhares ruins, tampouco nos impede de tentar compreender que aquele comportamento certamente possui um histórico pessoal difícil.

Não podemos julgar as pessoas somente pelo que vemos hoje, pois elas já passaram por muita coisa até então, ou seja, conforme o grau de nossa proximidade com elas, cabe-nos orientá-las nesse sentido.

Mesmo assim, caso não consigamos promover mudança alguma no comportamento do outro, caso ele mantenha uma postura pessimista, reclamando e se lamuriando além da conta, isso acabará por interferir na nossa vida, pois é praticamente impossível conseguirmos sorrir ao lado de alguém negativo demais.


Daí a importância de mantermos ao nosso lado gente do bem, gente positiva, gente que luta, para que não desistamos de buscar a felicidade, para que nossos sonhos não sejam neutralizados pela negatividade de ninguém.

DESCOBRI PORQUE HOMENS USAM LUVAS NA ACADEMIA

Pois bem. Estava eu na academia, sofrendo para concluir minha série interminável, quando o vi. Ele estava no aparelho da frente. Era muito bonito (e sabia se vestir!)

Não usava aqueles tênis coloridos abomináveis, sabe? Ele usava tênis claros, que combinavam perfeitamente com a camisa. Usava também uma bermuda preta, que combinava com as luvas do mesmo tom.

Pensei: “bonito desse jeito e bem vestido? Não é pro meu bico.” Daí, ele olhou na minha direção e sorriu.

Pensei :“só pode ter passado alguma “gostosona” atrás de mim”. Não dei bola e fui para o outro aparelho. Comecei a contar a série, quando vi que ele sentou no aparelho da frente outra vez e continuava sorrindo na minha direção.

Pensei: “deve ser coincidência, a série dele é parecida com a minha.” Só que cada vez que eu mudava de aparelho, ele mudava também, sempre para o da frente e sorrindo muito.

Pensei (eu penso muito): “será que ele está me seguindo?” Resolvi então fazer um teste: fui encher minha garrafa de água. Afinal, encher a garrafa não faz parte da série e se ele viesse atrás, é porque estava me seguindo mesmo… Bom, eu estava paradinha prestes a encher a garrafa, quando ele parou ao meu lado.

Perguntei se ele queria passar na frente e ele disse “não, pode ir primeiro. Eu espero atrás de ti.” Tá. Mentalizei o mantra: “não olha para minha bunda, não olha para minha bunda, não olha para minha bunda!”

Mas o bebedouro é espelhado e vi que ele olhou, kkk. Então, ele também não era gay. Bom, na hora que virei e ele começou a puxar papo: “nunca te vi por aqui, blá blá blá…” chegou uma loura, deu uma cutucada no ombro dele e disse: “e ae, já ‘terminasse’ a tua série?! Acabei de ver a tua mulher e as crianças na praça de alimentação!”


Ele ficou mais vermelho que a camisa do Inter! E eu caí na real! Eram como bombas estourando na minha cara! O miserável é casado (bum!) e tem filhosssss (bum bum!!). Ele usa luvas para esconder a aliança (buuuuuuuum!)

Moral da história: quando alguma coisa parecer boa demais para estar acontecendo contigo, é porque não está acontecendo mesmo, rs.

Dei tchau e fui “me alongar.”