EXISTEM PESSOAS CRUÉIS DISFARÇADAS DE PESSOAS BOAS

Existem pessoas cruéis disfarçadas de boas pessoas.

São seres que machucam, que agridem por intermédio de uma chantagem emocional maquiavélica baseada no medo, na agressão e na culpa. Aparentam ser pessoas altruístas, mas na verdade escondem interesses ocultos e frustrações profundas.

Muitas vezes ouve-se dizer que “quem machuca o faz porque em algum momento da vida também já foi machucado”. Que quem foi magoado, magoa.

No entanto, ainda que por trás destas ideias exista uma base verídica, existe outro aspecto que sempre nos custa admitir: A maldade existe. As pessoas cruéis, por vezes, dispõem de certos componentes biológicos que as empurram em direção a determinados comportamentos agressivos.

“Não há maldade mais cruel que a que nasce das sementes do bem.”
-Baldassare Castiglione-

O cientista e divulgador Marcelino Cereijudo nos assinala algo interessante. “Não existe o gene da maldade, porém há certos aspectos biológicos e culturais que a podem propiciar”.

A parte mais complexa deste tema é que muito frequentemente tendemos a buscar rótulos e patologias em comportamentos que simplesmente não entram dentro dos manuais de psicodiagnóstico.

Os atos maliciosos podem ocorrer sem que exista necessariamente uma doença psicológica subjacente. Todos nós, em algum momento da nossa vida, já conhecemos uma pessoa com este tipo de perfil.

Seres que nos presenteiam com bajulação e atenção. Pessoas agradáveis, com êxito social, mas que em privado delineiam uma sombra obscura e alargada. Na profundeza dos seus corações respira a crueldade, a falta de empatia, e até mesmo a agressividade.

As pessoas cruéis e a molécula da moral

Tal como dissemos anteriormente, até hoje ninguém conseguiu identificar a existência do gene da maldade. No entanto, nos últimos anos aumentaram os estudos sobre um aspecto fascinante: a denominada “molécula da moral”.

Para compreender melhor o que é esta estrutura, iremos nos contextualizar a partir de uma história real. Uma história terrível, que lamentavelmente acontece com muita frequência.

Hans Reiser é um programador norte-americano famoso por ter criado os arquivos ReiserFS. Atualmente, e desde 2008, está na prisão de Mule Creek por ter assassinado sua esposa. Ele não teve problema em se declarar culpado e em revelar onde enterrou o corpo de Nina Reiser.

Como dado curioso, vale a pena dizer que este especialista em programação dispõe de uma inteligência prodigiosa, ao ponto de ter iniciado os seus estudos universitários ainda adolescente.

Depois de um julgamento rápido e de ter ingressado na prisão de San Quintín, decidiu preparar ele próprio o seu recurso. Através de 5 folhas escritas à mão, argumentou que o seu cérebro funcionava de maneira diferente.

Reiser tinha conhecimento dos estudos que estavam a ser realizados sobre a oxitocina e a utilizou como argumento. Segundo ele, tinha nascido com o seguinte problema: o seu cérebro não produzia a chamada molécula da moral. Carecia de empatia.

Obviamente, e como era de se esperar, este argumento não o impediu de cumprir a pena perpétua. No entanto, o tema sobre a origem da maldade voltou a entrar em debate.

Nos dias de hoje, dá-se pleno valor ao fato de que a oxitocina é o hormônio que faz de nós seres “humanos” na sua vertente mais autêntica. Pessoas educadas e preocupadas em ajudar, cuidar e empatizar com os nossos semelhantes.

Como se defender da crueldade camuflada

No nosso cotidiano, nem sempre nos relacionamos com pessoas tão cruéis como a anteriormente citada. Porém, somos vítimas de outro tipo de interações: as de falsa bondade, a agressividade encoberta, a manipulação, o egoísmo sutil, a ironia mais daninha, etc.

“O mundo não está ameaçado pelas pessoas más, e sim por aquelas que permitem a maldade.”
-Albert Einstein-

Estes comportamentos podem ser resultado de vários aspetos. Carência de inteligência emocional, um ambiente pouco afetivo onde a pessoa cresceu ou até mesmo um déficit na liberação da oxitocina. Tudo isto talvez determinará essa agressividade mais ou menos encoberta.

De qualquer forma, não podemos esquecer que quando falamos de agressividade, não estamos nos referindo exclusivamente ao dano físico.

A agressão emocional, a instrumental ou a verbal são feridas menos denunciáveis devido à necessidade de serem provadas, mas são mais corriqueiras e por isso temos que nos defender. Explicaremos como.

Pessoas cruéis: saber reconhecê-las e evitá-las

Todos podemos ser vítimas das pessoas cruéis. Não importa a idade, o status ou as nossas experiências anteriores. Este tipo de pessoa pode ser encontrado no meio da família, em ambientes de trabalho e em qualquer outro cenário. No entanto, podemos identificá-las de várias formas.

  • A pessoa de coração obscuro nos seduzirá com a mentira. Elas irão se camuflar por trás de palavras bonitas e atos nobres, mas pouco a pouco surgirá a chantagem. E mais tarde, a criação do medo, da culpa e da violência mental.
  • Perante estes mecanismos, cabe apenas uma opção: a não-tolerância. Não importa que seja a nossa irmã, nossa parceira ou um colega de trabalho. Os perturbadores da calma e do equilíbrio só buscam uma coisa: acabar com a nossa autoestima para ter o controle.
  • Teremos a sensação clara de que não há saída. De que elas nos têm sob suas redes. No entanto, vale recordar que “é mais poderoso aquele que é dono de si mesmo”. Por isso, é importante acabar com o jogo da dominação e da agressividade com determinação.

Os jogos da dominação e da agressividade encoberta são muito complexos.

No entanto, é necessário agir com rapidez para remover armadilhas e reagir a ameaças veladas.

No momento em que sentirmos desconforto ou preocupação em relação a certos comportamentos, só existe uma opção: a distância.

Fonte: A Mente É Maravilhosa
Autora: Valéria Amado

É MELHOR VENDER UMA TRISTEZA VERDADEIRA DO QUE UMA FELICIDADE FALSA

Quando se fala em tristeza, vem à mente coisas ruins, depressão, assuntos tristes, coisas que não fazem muito sentido, um pessimismo exagerado. Em sentido o oposto, a felicidade dá o sentido de coisas boas, felizes, que nada pode destruir o bem e coisa e tal.

Todavia, vê-se muito mais a felicidade por aí; ela está muito mais em evidência do que a tristeza. A felicidade
é muito boa, boa mesmo. Mas sei lá! Eu tenho um apego enorme pela tristeza.

Parece que na tristeza é possível colocar-se em questão sobre várias coisas, porque você está indo no sentido oposto do que a maioria diz que é correto. Por que é correto ser feliz e a tristeza é vista com maus olhos?

Tem-se a tristeza como algo negativo na vida, que você até pode ficar triste, mas não por muito tempo, que deve durar pouco. Aliás, o sistema social te impõe que a felicidade deve reinar em tua vida. Sentimo-nos fora do contexto, pois parece que ser triste é errado.

Por muito me critiquei por ser triste e me demonstrar triste para as pessoas, claro, não aquela tristeza demasiada, mas uma tristeza simples. Mas posso garantir que foi na tristeza, que o processo de entender quem eu sou, o que seu estava fazendo, os muitos porquês que pairavam sobre minha vida começaram a tomar algum rumo e fazer certo sentido.

Não é fazer com que a tristeza seja a regra para vida de qualquer um. Lembre-se de quando ficastes triste: verás que o processo pode até ter sido dolorido, mas o aprendizado foi maior que altas doses de felicidade.

Ser um triste honesto te faz ser honesto consigo mesmo; ser um feliz hipócrita faz você querer agradar não a si mesmo, mas aqueles que ditam regras sobre a felicidade, que no fundo não sabem ao certo quem és tu. Querem apenas te moldar a uma ideia de atitude que parece que lhes é mais convincente para viver ao teu redor.

Se for para viver com a tristeza, faça dela sua melhor amiga e não sua pior inimiga. E não veja a tristeza como algo
negativo, veja como uma trilha para o desenvolvimento interno de suas emoções.

(Autor: Lucas Amaral)

FAÇA O TESTE E DESCUBRA: SERÁ QUE O SEU JEITO DE EDUCAR ESTÁ DE ACORDO COM A PERSONALIDADE DO SEU FILHO?

Adequar sua abordagem à personalidade do seu filho te ajuda a fazer mais do que apenas encorajar o bom comportamento. Na verdade, fazendo isso, você reduz o risco dele ser ansioso ou depressivo quando for mais velho, de acordo com um estudo da Universidade de Washington.

Para ajudar o seu filho a crescer emocionalmente saudável, você primeiro precisa descobrir qual a personalidade dele.

Responda às questões para descobrir qual o temperamento que melhor descreve o seu filho e então leis algumas dicas personalizadas para trazer à tona o que há de melhor nele.

1.  Quando estava aprendendo a andar, o seu filho…

1. Teve problemas em se soltar de você.
2. Andar? Ele já começou a correr assim que conseguiu dar o primeiro passo.
3. Ficou feliz em continuar engatinhando.
4. Estava determinado a conseguir andar sozinho.

2. Enquanto você está preparando o jantar, seu filho provavelmente…

1. Fica no sofá vendo livros.
2.Corre pela casa, fica de ponta-cabeça no sofá e começa a montar um quebra-cabeças, tudo isso em cinco minutos.
3.Brinca com seus brinquedos ou fica junto com o irmão. Porém, se você pedir, ele fica feliz em arrumar a mesa.
4.Continua a montar o vilarejo de Lego que começou a fazer dias atrás.

3. Se você está visitando o zoológico, seu filho é mais tendecioso a…

1.Chorar quando o leão ruge.
2.Correr para ver o próximo animal.
3.Deixar você guiá-lo pelo passeio.
4.Insistir em ver os macacos primeiro, porque são os seus favoritos (e ficar chateado quando você para primeiro nos ursos polares).

4. Quando seu filho está desenhando, provavelmente ele irá…

1.Trabalhar no desenho quieto até que o seu giz de cera quebre, o que desencadeia uma crise.
2.Rabiscar furiosamente por alguns minutos, perder o interesse e buscar outra atividade.
3.Colorir contente, sussurrando enquanto trabalha no desenho.
4.Começar três vezes porque o desenho não está bom o suficiente.

5. Se ele está começando um novo curso ou atividade em grupo, você fica mais preocupada que…

1.Ele se recuse a participar enquanto você estiver lá.
2.Tenha problemas por ele não prestar atenção.
3.Na verdade, você não se preocupa, ele lida muito bem com novas situações.
4.O seu filho tente ser a estrela e fique exibindo suas habilidades para todo mundo.

6. Em uma reunião de família com um monte de gente que o seu filho não conhece, ele tende a…

1.Se esconder atrás de você e ficar encarando o chão.
2.Correr pela casa, batendo em todas as coisas que encontra no caminho.
3.Juntar-se às outras crianças para brincar no jardim.
4.Convencer as outras crianças a fazer um show para os adultos.

Saiba qual é o seu plano personalizado:

Se você escolheu mais 1:  Seu filho é sensível.

Emocional e cauteloso, ele tem problemas em lidar com com mudanças e novas pessoas. Pelo outro lado, crianças com esse tipo de temperamento tendem a seguir regras com bastante consciência.

  • Prepare-o para situações desafiadoras. Se ele tiver que ir a um aniversário onde você não estará, dê o passo a passo. Por exemplo, fale que ele deve entrar, deixar o presente junto com a pilha, parabenizar o amigo e depois se juntar às outras crianças para brincar.
  • Reconheça as emoções. Caso ele abra o berreiro quando você desligar a televisão, diga que você entende que ele está chorando porque gostaria de assistir mais um desenho, mas que agora farão outra atividade e deixe-o escolher qual.
  • Use elogios específicos. Crianças sensíveis gostam de agradar aos seus pais, então comemore o bom comportamento, especialmente nas situações em que ele precisa superar os próprios medos

Se você escolheu mais 2:  Seu filho é impetuoso.

Impulsivo e energético, ele tem dificuldade em sentar e se concentrar em uma tarefa. Ele também fica entusiasmado com todas as situações.

  • Reforce as regras. Dê explicações claras, repita-as com frequência e seja consistente. Isso é necessário porque o seu filho se distrai facilmente. Olhar nos olhos enquanto fala com ele também é muito importante.
  • Planeje com antecedência.Certifique-se de que o seu filho não está com fome, cansado ou entediado antes de um evento, já que esses fatores tendem a incitar problemas de comportamento. Se ele ainda tiver que sentar e esperar durante algum tempo (como em um casamento), deixe-o queimar energia de antemão e leve algum brinquedo para que ele possa ficar com as mãos ocupadas.
  • Atribua uma tarefa. Se você está em um parque de diversões, peça para que ele empurre o carrinho do irmão. Quando você está indo ao carro, faça com que ele carregue algo. Esta é uma forma de trabalhar seu ímpeto, ao invés de ir contra ele.

Se você escolheu mais 3:  Seu filho é maleável.

Ele raramente discute e geralmente faz o que lhe é pedido. Mas ele pode ser relutante em fazer mais que o mínimo. Como um seguidor de vontades, ele pode se meter em encrenca por seguir outra criança que gosta de testar os limites.

  • “Fofoque” sobre ele. Sussurre alto para alguém sobre como ele fez algo muito certo ou com eficiência e o quanto você ficou orgulhosa, funciona até falar com os bichinhos de pelúcia! É fácil garantir o bom comportamento do seu filho, mas você deve reconhecer isso, para que ele não precise buscar sua atenção.
  • Ajude-o a ser mais assertivo. Encoraje o seu filho a se impor ao invés de seguir a multidão. Se os amiguinhos estão se comportando mal, ele deve saber se impor e não os seguir.
  • Seu filho pode mal piscar quando você grita com ele para que se apresse e pode ser que nem se importe em ser privado de algo que deseja. Ao invés disso, motive-o com incentivos, por exemplo, diga a ele que pode chamar o amigo para brincar em casa quando acabar a lição.

Se você escolheu mais 4:  Seu filho é determinado.

com essa característica adoram estar no comando e amam vencer. Elas são muito orientadas através de metas e podem ter dificuldades em se comprometer. Por outro lado, são persistentes, aplicadas e líderes natos.

  • Deixe-o palpitar em uma decisão. Dê opções ao seu filho ao invés de apenas ditar o que ele deve fazer. Por exemplo: “você quer colocar o pijama ou escovar os dentes primeiro?”
  • Comece uma corrida. Seu filho floresce com competições, então use brincadeiras de “crianças contra adultos” e desafios contra o tempo para motivá-lo. Por exemplo: “você consegue guardar todas as peças de Lego antes de eu contar até 20?”
  • Dê avisos. Crianças extremamente focadas não gostam de ser interrompidas em suas tarefas e precisam de muitos avisos sobre transições. Ante de fazê-lo parar de brincar, por exemplo, dê a ele avisos entre 15, 10 e 5 minutos até do momento de interrompê-lo.

E se o seu filho for um combo?

Muitas crianças não se encaixam em uma única resposta.

Se o seu filho mostra características de mais de um tipo de personalidade, tente as recomendações de ambas as categorias que você selecionar.

Nenhuma técnica vai funcionar todas as vezes, então quanto mais opções você tiver para a disciplina eficaz, maiores serão suas chances de reduzir as explosões.

(Fonte: paisefilhos.com.br)

O MAIOR PROBLEMA DA MULHER COM ATITUDE

Ela pode ser aquela guria meiga de fala doce, ou aquela mulher extrovertida que ri alto. A que é meio tímida e reservada, ou a que puxa assunto até com quem não conhece.

Mulher com atitude não tem a ver com aparência ou estilo mas com estado de espírito. Muitas são mulheres de atitude sem nem se dar conta e muitas nem percebem o quanto é bom que tenham atitude. Ou pior, acabam achando ruim ter.

O problema da mulher com atitude não é ela. O problema é que ela não é o que as pessoas geralmente esperam. E nem quer ser. Ela não vai ficar quieta quando sente que deve falar e ela não vai se diminuir pra enaltecer alguém.

Se a mulher com atitude quiser algo ela fará o possível pra ter. Às vezes diretamente, às vezes nos bastidores, ela agirá.

Não irá esperar cair no colo porque isso não combina com ela. Se ela quer algo ela entende que tudo só depende dela e ela nunca vai querer depender de mais ninguém.

O problema da mulher com atitude são os caras que não tem atitude.

Sim, aqueles caras que se acovardam diante dessas mulheres. Que acham estranho a mulher que tem iniciativa, ou acham errado(!).

Se ela chama o cara pra sair, ela é desesperada. Se parte dela a iniciativa pro sexo, ela tem algum problema ou é puta.
Se ela só quer sair por sair, sem compromisso, ele foge porque ela deve ser louca.

Suspeito que é uma soma de baixa autoestima e falta de autoconfiança o que atinge esses caras.

“Ela tem iniciativa, ela tem atitude… não vou aguentar com ela”. Seus fracos.

O problema da mulher de atitude é se limitar pra ser aceita. É deixar de ser quem ela realmente é pra agradar quem espera submissão. É se limitar pra agradar quem espera que você não seja uma mulher, mas um troféu mudo. É se limitar pra se encaixar num perfil de “mulher ideal”, “mulher pra casar”.

Lembre-se que se o cara separa mulheres entre “pra casar” e “pra comer” o idiota é ele, não você.

Não mude por ninguém.

A culpa nunca vai ser sua por ser uma mulher com atitude. A culpa é de quem, baseado em “tradições”, acha que você não deveria.

Mulher com atitude é sexy, então, moça, não se limite por conta de um cara, um chefe ou de qualquer coisa que seja. Não se limite. Por nada.

Se quiser sair, saia, se quiser beber, beba, se quiser transar, transe, se quiser ficar vendo Netflix sexta a noite, fique, se quiser convidar aquele cara, convide, na cara de pau, por que não? Faça o que tiver vontade, na hora que tiver vontade.

Seja quem você tiver que ser, o que você quiser ser. Seja um espírito livre.

Nada é mais atraente que isso, acredite!

Resumindo: o maior problema da mulher com atitude é sobrar garotos e faltar homens no mundo.

(Autor: Hudson Baroni)
(Fonte: deuruim.net)

8 PENSAMENTOS E ATITUDES PARA CULTIVAR EM TEMPOS DIFÍCEIS

Tenho visto muitos comentários sobre 2016 estar sendo um ano pesado, difícil e, em alguns momentos, trágico.

E apesar de terem acontecido coisas muito boas na minha vida nos últimos meses, também estou sentindo essa vibração – tanto no individual como no coletivo – e percebendo que estamos passando por um processo de cura universal bastante doloroso – mas, sem dúvidas, necessário.

De vez em quando parece que um furacão resolveu passar pelas nossas vidas e jogar tudo pelos ares, né? Por mais que a gente tenha consciência de que essas fases são grandes oportunidades de aprendizado, às vezes é difícil manter a calma e a inteligência emocional para lidar com situações indesejadas.

Mas conforme o tempo passa e vivemos experiências diferentes, vamos aprendendo a lidar com os momentos difíceis de maneiras melhores, usando ferramentas que ajudam a simplificar e tornar as coisas menos difíceis.

Reuni nesse post alguns pensamentos e atitudes que tenho me lembrado de colocar em prática nesse fim de ano conturbado e que estão me ajudando a manter o equilíbrio:

1 . Lembre-se dos seus valores

O que é verdadeiramente importante para você? Com quais atividades, atitudes, pensamentos, conhecimentos e princípios seus você pode contar para te ajudar a passar por esses momentos difíceis? Quais são suas prioridades?

Lembre-se do que é importante, bom e verdadeiro na sua vida e volte-se para isso, principalmente quando se sentir perdido, sem saber para onde ir.

2. Recorra à respiração

Seu corpo possui um mecanismo para o reequilíbrio das emoções muito fácil de acessar: a sua respiração! Sempre que o nervosismo aparecer, respire! Inspire lentamente bem fundo e solte o ar devagar.

Recentemente, o The New York Times publicou uma matéria com vários médicos falando sobre os efeitos da respiração consciente, e uma das especialistas entrevistadas afirma que a prática pode ter efeitos benéficos semelhantes ao uso de medicamentos antidepressivos.

3. Pense nos seus motivos para agradecer

Nós sempre temos algum bom motivo para agradecer, mesmo em meio a um grande problema ou dificuldade.

Agradeça por estar vivo e ter a oportunidade de poder lidar com o que está passando. Agradeça por ter saúde suficiente para se levantar todos os dias e fazer suas atividades. Agradeça pelas pessoas que você tem ao seu lado.

Agradeça por ter onde morar, por ter uma cama confortável para dormir, por poder se alimentar. Se acha que isso é pouco, tente imaginar não ter cada uma dessas coisas

4. Tire o foco do problema

“Atenção é alimento.” – Osho

O que você quer alimentar? O problema ou a solução? Mude o foco da sua atenção e invista sua energia nas possibilidades, ao invés de dar tanta atenção às limitações.

Quando perceber que está focado nas preocupações, no medo, nas previsões negativas do futuro, pergunte-se: quais são as possibilidades? Faça uma lista delas, deixe sua inspiração fluir e imaginar qualquer tipo de possibilidade.

Alimentando a solução, você entrará em sintonia com aquilo que precisa para lidar ou solucionar o problema que estiver vivendo.

5. Confie

Muitas vezes – para não dizer sempre – um período turbulento é um sinal de que a vida está se movimentando para te proporcionar algo melhor e te colocar na direção daquilo que deve ser seu.

De alguma forma, essa situação está te levando para algum lugar. Confie no processo, entregue a necessidade de controle e procure ter fé.

6. Crie seus “rituais” de bem estar

Uma coisa que tem me ajudado muito a lidar melhor com momentos difíceis é separar um tempo para mim todos os dias, e usar esse tempo para fazer coisas que me trazem bem estar.

Eu comecei a tirar entre 30 minutos a 1 hora por dia para praticar yoga, entoar mantras, fazer autoaplicação de Reiki e meditar. Os benefícios estão sendo muito bons: ansiedade controlada, durmo melhor, fico menos suscetível aos gatilhos de stress do dia a dia…

Recomendo muito criar um ritualzinho para você, com qualquer coisa que te traga bem estar, e comprometer-se a fazê-lo todos os dias.

7. Seja amigo de si mesmo

É bem provável que suas emoções e reações passem por altos e baixos, que você exagere, cometa erros… é natural que em tempos difíceis você fique confuso e não saiba muito bem como agir.

E tudo bem. Seja paciente com você, do mesmo jeito que você seria com um amigo que está passando por uma fase complicada.

Compreenda-se, perdoe-se, console-se e não se maltrate.

8. Evite fugir da verdade

Muitas vezes a reação natural a uma situação difícil é fazermos o possível para nos anestesiarmos, não sentirmos, não sofrermos.

Mas nenhuma anestesia dura para sempre. A hora que você acordar, a verdade estará ali, esperando para ser encarada. Não estou dizendo que você tem que ser forte o tempo todo, mas que procure não mentir para si mesmo.

A verdade é sempre a melhor opção.

(Autora: Stephanie Gomes)
(Fonte: desassossegada.com.br)

QUANTOS “ADEUS” VOCÊ DISSE QUERENDO FICAR?

Todo término é difícil. Difícil mesmo!

Indiferente da história vivida sempre ficará aquele sentimento de “eu poderia ter tentado mais” ou “onde foi que eu errei?”.

Temos a mania de culpar-nos de todo erro, como se estivesse apenas em nossas mãos o sucesso ou o fracasso do relacionamento.

Sabe, algumas histórias não nasceram para dar certo. São complicadas, pesadas, tóxicas e, por mais que você tente, elas nascem com tempo determinado para acabar.

A boa notícia é que você sobreviverá. Desapegar-se de sentimentos, pessoas e atitudes que não cabem mais em nossas vidas é caminhar sem bagagens pesadas e permitir ser feliz mesmo que só.

O grande problema do “adeus” é que, nem sempre, ele é dito com sinceridade. Há mais vontade de ficar do que partir quando se diz essa dolorosa palavra.

Admita, que não foram poucas às vezes em que você usou o adeus longe do seu sentido literal. Usou na tentativa do outro entender a sua importância e na esperança de ouvir um “eu vou ficar, porque amo você”.

Atrás de um adeus tem mais significados do que o dicionário seria capaz de traduzir: tem um “não aguento mais”, um “tente mais um pouco mesmo que eu diga não” e um “fique aqui e conserte tudo!”. Adeus nem sempre é despedida, às vezes, é um pedido de socorro para salvar o relacionamento.

É difícil ter que desistir quando o sentimento ainda é forte. É difícil ter que desistir quando o que mais você queria era continuar lutando. Mas, algumas vezes, é necessário.

Dizer adeus a um amor não é sinônimo de fracasso. Pelo contrário, é um ato de coragem em favor da própria felicidade. É entender que você precisa tirar da sua vida (e de dentro do coração) alguém que não faz questão de ficar.

É difícil partir quando a vontade é ficar. É difícil, mas é preciso, para que você não se perca nos próprios sonhos.

É provável que você sofra alguns dias e que a ilusão da zona de conforto te afronte. Mas, nesses momentos, olhe para dentro de si e questione se sua história não estava sendo vivida apenas por um. Se esse sentimento é, realmente, tudo aquilo que você sonhou e se vale a pena abrir mão do melhor que está por vir. Dizer adeus é dizer sim ao recomeço.

Herman Hesse escreveu que “ a cada chamado da vida o coração deve estar pronto para a despedida e para novo começo, com ânimo e sem lamúrias, aberto sempre para novos compromissos. Dentro de cada começar mora um encanto que nos dá forças e nos ajuda a viver.”

Ninguém sofre para sempre. Um dia a dor passa, a saudade ameniza e o sentimento apaga.

Não queria ouvir um “vamos tentar de novo” de quem não deu valor na primeira tentativa. Diga adeus querendo, realmente, despedir-se.

Deixe ir o que não te faz bem. Sua vida, sua alma e sua história são importantes demais para que se aloje sentimentos superficiais.

Dizer adeus a quem quebrou sua confiança, seu coração e sua alma é dizer sim para si mesmo.

Acredite, é melhor desistir de um relacionamento frio, do que esfriar seu coração e não acreditar mais no amor.

(Autora: Pamela Camocardi)
(Fonte: entrelinhasliterarias.com)