4 motivos para apostar em uma especialização em Jung

Quando se fala em Psicanálise, a maioria das pessoas pensa imediatamente em Sigmund Freud. E de fato ele foi pioneiro nas pesquisas sobre o inconsciente que serviram de base para o desenvolvimento da Psicanálise. Suas obras ainda são de enorme importância para os campos da Psicologia e da Psiquiatria.

Mas engana-se quem acredita que Freud foi o único estudioso do assunto. Existem diversas vertentes e leituras acerca do inconsciente, além de especializações de diversos teóricos da área que desenvolveram diferentes análises da mente humana.

Portanto, se você tem interesse em fazer uma especialização em Psicanálise, é importante conhecer a abordagem de diferentes estudiosos antes de tomar sua decisão.

No artigo de hoje você conhecerá os estudos de Carl Jung e 4 motivos para apostar em uma especialização com base nos estudos dele. Confira!

Diferença entre Jung e Freud

Jung foi discípulo de Freud, mas no decorrer dos anos as pesquisas de Jung se afastaram do que foi apresentado por Freud. A principal diferença nos estudos de ambos é que o primeiro acreditava na existência de um inconsciente coletivo perceptível nos gestos e na linguagem não verbal dos pacientes.

Por que fazer uma especialização em Jung?

1. Estudos de diferentes formas de expressão

O trabalho com diferentes linguagens e formas de expressão é um diferencial da abordagem junguiana. Na especialização em Jung, você aprofundará seus conhecimentos em linguagem corporal e entenderá como o inconsciente das pessoas se manifesta através das diversas expressões artísticas (desenhos, pinturas, teatro e dança).

Portanto, se você tem interesse por artes, estudar Jung pode ser uma ótima opção. Com base nos estudos desse teórico, você terá um olhar muito mais profundo sobre o tema, seja para atuar com seus pacientes, para se tornar um expectador mais atento e crítico ou ainda para analisar suas próprias obras e aprofundar-se no autoconhecimento.

2. Base da Psicologia Analítica

Carl Jung é considerado o fundador da Psicologia Analítica. Ele apresentou conceitos até então revolucionários para a cultura ocidental, como a ideia de um inconsciente coletivo, dos arquétipos e do processo de individuação.

3. Ideias inovadoras e revolucionárias

Carl Jung trouxe assuntos até então nunca abordados por psiquiatras ou psicólogos, mas de grande importância para o estudo da mente humana. O principal deles foi o estudo sobre morte e necrofilia, isto é, admiração pela decadência, pela violência e pela negação da vida.

Esses temas eram considerados tabus na época, mas até hoje existe receio em se conversar sobre violência, decadência e fracasso. A negação de que existe um aspecto do ser humano que admira as coisas “ruins” traz resultados negativos tanto para as pessoas como indivíduos como para a sociedade.

Alguns exemplos são a relação de adoração ao dinheiro e o culto à tecnocracia e às máquinas.

4. Conhecimentos multidisciplinares

As ideias apresentadas pelo psicólogo são resultado de sua formação filosófica. Além disso, ele também estudou religiões, mitologia comparada, antropologia e alquimia.

De acordo com os estudos de Jung, as religiões e os mitos expressam verdades profundas. O teórico apresentou suas conclusões em uma série de publicações denominadas “Psicologia e Religião”.

O teórico entendia que a psicoterapia e a psicologia estão atreladas a questões morais e filosóficas da cultura em que o indivíduo cresceu. Para Jung, a psicologia não pode ser separada da filosofia, da ética, da sociologia ou da economia.

De forma geral, a especialização em Jung envolve o estudo de diferentes áreas milenares e atemporais do conhecimento humano.

Especializar-se nos estudos desse teórico não vai apenas aumentar a sua área de atuação profissional; é um investimento que lhe ajudará a conhecer mais sobre seus próprios sentimentos e emoções e também os das pessoas que convivem com você, melhorando sua qualidade de vida e suas relações.

Quer saber mais? Clique aqui e conheça a especialização em Jung!

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Saiba quais são os principais mitos da psicanálise

Como sabemos, apesar da psicanálise já ser utilizada há muito tempo, alguns mitos ainda rondam o tema, fazendo com que a imagem dessa prática seja comprometida, não é mesmo?

Por isso, pensando em ajudá-lo a lidar melhor com essa situação, trazemos no post de hoje uma listagem com os principais mitos da psicanálise, para que você possa estar ciente deles e poder desconstruí-los da forma mais adequada. Continue acompanhando a leitura e confira!

O psicanalista apenas escuta o paciente

Muitas pessoas chegam à primeira sessão de psicanálise com uma imagem distorcida de como ela ocorrerá e se surpreendem quando o psicanalista começa a falar. Essa ideia de que ele somente escuta o paciente provavelmente veio da teoria freudiana. No entanto, ela está longe de ser uma regra.

A realidade é que o estilo do psicanalista é bastante pessoal, portanto, há aqueles que preferem manter a neutralidade e deixam que o paciente fale, mas também há os que optam por um diálogo e outros métodos com mais interatividade.

É obrigatório deitar no divã

Embora deitar no divã, de fato, ajude a aumentar o relaxamento e propicie uma sessão mais produtiva, isso não é obrigatório. Na maior parte dos consultórios, os psicanalistas deixam a critério do paciente ele se deitar ou não.

O paciente não pode saber a respeito da vida do psicanalista

Mais uma vez o conceito de neutralidade cria um mito na área da psicanálise. De fato as relações entre psicanalista e paciente devem ter limites, até mesmo para que sejam evitadas as transferências de imagem que possam distorcer a visão do paciente e para que os melhores resultados sejam alcançados.

Há casos em que o paciente inconscientemente cria um jogo de sedução com seu psicanalista, por acreditar que assim será menos censurado. No entanto, isso não significa que o paciente não possa saber quem o está tratando. Basta que o psicanalista consiga estabelecer e manter limites na relação.

Tudo na psicanálise está relacionado a sexo

Freud relacionava as angústias e os sintomas a problemas sexuais e, por ser considerado o pai da psicanálise, esse mito acabou ficando fortemente vinculado à área.

Assim como toda teoria, a de Freud também teve pontos analisados de diferentes formas ao longo dos anos e, hoje em dia, já se sabe que existem vários outros aspectos a serem considerados.

Além disso, a visão de Freud costuma ser mal interpretada, pois o contexto de sexualidade para ele vai além do ato sexual e inclui outras manifestações prazerosas, como as 5 fases do desenvolvimento do psicossexual, por exemplo, que ocorrem ainda na primeira infância com o estágio oral, a fase anal, a fase fálica, o período de latência e, por último, o estágio genital, que tem início na puberdade.

A psicanálise se baseia apenas no passado

A psicanálise analisa o passado que não foi bem aceito e, por isso, traz consequências para o presente. Entretanto, isso não quer dizer que a sessão é somente baseada nos fatos ocorridos anos atrás.

Em algumas sessões é comum as pessoas começarem a falar sobre o trabalho, a vida acadêmica e a situação familiar atual e, por meio desses assuntos espontâneos, conseguem fazer conexões que levam à compreensão de ações ou traumas.

É natural que o desconhecido cause medo ou estranheza nas pessoas e, assim como com tudo que o ser humano não compreende, ele tende a criar inverdades para justificar seus pensamentos. E isso inclui os mitos da psicanálise.

Neste sentido, antes de alguém dizer se gosta ou não da psicanálise, é importante pesquisar e procurar saber mais sobre ela para, a partir daí, chegar a uma conclusão.

Portanto, para quem tem interesse no assunto, sugerimos também a leitura deste outro artigo sobre as 3 principais técnicas psicanalíticas! Boa leitura!

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Entenda as relações familiares segundo a Psicanálise

A psicanálise, ao investigar o inconsciente da sociedade, exercita diversos conhecimentos nos quais o sujeito está incluso. No estudo dessas relações sociais, um dos campos de pesquisa que contribuiu para a construção dessas teorias foi o direcionamento a respeito do funcionamento das relações familiares.

Um dos principais estudiosos sobre esse tema é Lacan, que define o conceito de família sem nenhuma fundamentação biológica e sim como uma instituição. No post de hoje, vamos abordar como a psicanálise entende essa instituição.

As funções do pai e da mãe

As figuras do pai e da mãe têm importante função no desenvolvimento do indivíduo, cada um com a sua particularidade. Para tornar-se família, seja ela qual for, é necessário que exista o desejo de todos os membros de ser família.

A mãe é crucial para o processo de desenvolvimento da criança. Segundo Lacan, o olhar do outro indivíduo representa a imagem do que eu sou. E a figura da mãe representa primordialmente esse outro para o bebê.

Já a figura paterna é representada como o indivíduo que irá quebrar a figura do outro primordial, a da mãe. Nesse sentido, ela é essencial para a inserção da criança na cultura e no mundo.

Além disso, para Lacan, a figura do pai é muito mais do que sua presença física: é o ato simbólico, o desejo da mãe em ter a figura paterna ligada a um homem. Ou seja, a figura do pai é como se fosse um suporte para a mãe. Podemos dizer que isso é um reflexo da sociedade patriarcal na qual vivemos, por atribuir essa função exclusivamente ao homem.

Os complexos familiares

Lacan define três complexos ao longo da vida de um indivíduo nas suas relações familiares: o complexo do desmame, da intrusão e de édipo.

O complexo do desmame não é natural, mas cultural. Num animal, o desmame acontece quando a amamentação se completa. Mas nas relações humanas, é o próprio indivíduo que dirá até quando a amamentação deve perdurar: a presença da mãe substitui esse trauma do desmame.

O complexo da intrusão acontece quando o sujeito se reconhece tendo irmãos. Como dito anteriormente, o bebê enxerga na figura materna o outro predominante. Com o passar do tempo, o sujeito recusa-se à destruição dessa figura ou é levado a algum objeto, recebendo um intruso sob a forma característica do conhecimento humano.

O complexo de édipo é quando a criança passa a disputar com o progenitor do mesmo sexo pelo amor do progenitor do sexo oposto. Nesse sentido, ela desenvolve sentimentos hostis ao progenitor ou a qualquer outro objeto que desvie o amor do progenitor do sexo oposto.

Relações familiares: um mal necessário

Lacan define as relações familiares como um mal necessário, tendo em vista que a condição humana é prematura. Isto é, o homem é incapaz de se desenvolver sozinho, precisando de outras pessoas ao seu redor para concluir esse desenvolvimento.

O crescimento no indivíduo numa relação familiar depende do outro: qualquer função estabelecida, para ser cumprida, necessita de uma segunda pessoa.

Agora que você já sabe um pouco como a psicanálise entende as relações familiares, que tal entender como os arquétipos contribuem nesses estudos? Boa leitura!

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Psicopatia: entenda melhor o que é e como se manifesta

Ter atitudes egoístas, explodir de raiva ou tomar decisões egocêntricas de vez em quando são comportamentos naturais a qualquer ser humano. Entretanto, há uma linha tênue depois da qual o diagnóstico de psicopatia pode aparecer.

Longe de corresponder ao estereótipo muitas vezes propagado pela mídia, a psicopatia tem diversas nuances e pode se manifestar em alguém bastante próximo a você.

Acompanhe este artigo que preparamos para você e compreenda melhor o que caracteriza a psicopatia, como identificá-la e quais são os caminhos para o tratamento.

O que é a psicopatia

A psicopatia foi descrita pela primeira vez pelo psiquiatra americano Hervey Cleckley, e consiste em um conjunto específico de traços de personalidade e comportamento.

Psicopatas costumam ser pessoas muito carismáticas e encantadoras à primeira vista. Entretanto, um pouco mais de atenção revela que essas pessoas são egoístas, manipuladoras e desonestas. Não raramente adotam comportamentos irresponsáveis sem qualquer motivo aparente e são incapazes de ter empatia ou de sentir culpa.

Nos relacionamentos amorosos, psicopatas são insensíveis e sempre procuram evitar qualquer compromisso ou envolvimento emocional. Costumam ter dificuldades para refrear seus impulsos ou aprender com os próprios erros.

O indivíduo psicopata é extremamente egoísta e não se arrepende de seus atos, por mais que esses prejudiquem as pessoas a seu redor. Além disso, ele possui uma conduta moral distorcida e não se importa com os sentimentos alheios.

Como identificar um psicopata

Embora haja um amplo espectro de psicopatia, que pode se manifestar em diferentes graus e de diferentes formas em cada indivíduo, de forma geral os psicopatas se encaixam em quatro grandes grupos. De acordo com a classificação de Cleckley, pessoas com psicopatia se dividem em:

  • psicopatas primários: são imunes a castigos ou desaprovações. Tendem a reprimir suas tendências antissociais para benefício próprio. São incapazes de sentir emoções genuínas;
  • psicopatas secundários: são ousados e muito suscetíveis ao estresse, embora se exponham mais do que os outros a situações estressantes. Ditam suas próprias regras e têm dificuldades em resistir às tentações;
  • psicopatas descontrolados: são os que se aborrecem com mais facilidade. Geralmente são homens com impulsos sexuais muito fortes, além de outros tipos de desejos potentes, de natureza ilegal ou imoral;
  • psicopatas carismáticos: são extremamente talentosos e manipuladores. Possuem uma capacidade incrível de persuasão e mentem tão bem que convencem até a si mesmos.

Psicopatas primários e secundários podem, também, ser classificados como descontrolados ou carismáticos.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico de psicopatia se dá, geralmente, através do teste Psycopathy Checklist-Revised, desenvolvido pelo psicólogo canadense Robert Hare. Esse teste investiga três grupos de características gerais: deficiência de caráter (megalomania), falta de culpa ou empatia e comportamentos de natureza impulsiva ou criminosa.

Entretanto, embora psicopatas raramente se sintam motivados a buscar tratamento, uma pesquisa realizada na Universidade da Califórnia apontou que, mesmo que seja muito difícil mudar comportamentos psicopatas, essas pessoas podem se beneficiar da terapia.

Agora que você entende melhor a psicopatia e suas manifestações, fica bem mais fácil identificá-la e tratá-la. Se quiser receber mais materiais como esse, curta nossa página no Facebook.

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3 cursos gratuitos da área de psicanálise que você precisa fazer

A psicanálise é a ciência que analisa o inconsciente para tratar de distúrbios psíquicos dos seres humanos, seres tão complexos com experiências, percepções, traumas e vivências que se distinguem muito de um para o outro.

Por esse motivo, se você se interessa pelo tema, precisa saber que sempre há o que aprender, além de formas diferentes de analisar situações, conceitos e técnicas. Então, que tal começar seus estudos com três cursos gratuitos de psicanálise? Ficou interessado? Continue com a gente!

1. Introdução à Psicanálise Integrativa

Se você ainda é um iniciante no estudo dessa ciência, o curso de Introdução à Psicanálise Integrativa é uma ótima forma de começar. Nele, você poderá conhecer os pensadores da psicanálise, descobrir como Freud criou o método, saber como se tornar um psicanalista e entender os vários conceitos que abrangem a área.

Seja para iniciar sua formação em psicanálise, aprofundar-se no assunto para benefício próprio ou mesmo estudá-lo apenas por curiosidade, esse é um dos excelentes cursos gratuitos de psicanálise que podem te ajudar.

2. Iniciação a Jung

Se você tem interesse em psicanálise, provavelmente já ouviu falar de Carl Gustav Jung. Conhecido como um dos maiores pensadores do século XX, Jung estudava a si mesmo e o interior do homem, como é possível ver em sua autobiografia Memórias, Sonhos e Reflexões.

Ele e Freud chegaram a trocar trabalhos e conversar sobre casos clínicos e teorias durante sete anos. O rompimento entre os dois aconteceu por conta de algumas divergências entre suas respectivas teorias.

Jung tinha estudos mais voltados ao campo espiritual, estudando os sonhos, as intuições, as fantasias, os arquétipos e os fenômenos psíquicos em geral. No curso Introdução a Jung, é possível conhecer o homem por trás da ciência, seus métodos e os conceitos básicos da psicologia analítica.

Levando em consideração a importância da psicologia junguiana, esse curso pode agregar muito conhecimento a quem se interessa por psicanálise.

3. Técnicas Básicas de Regressão

Uma técnica muito poderosa para desvendar o inconsciente é a regressão. Considerando que muitos dos problemas psicológicos podem vir de experiências passadas, ela pode auxiliar a descobrir o que gerou os sintomas e, assim, ajudar a obter um avanço mais rápido e eficiente no tratamento.

Mas você sabia que essa prática não é nova? Freud e Brauer já a utilizavam no início da hipnose para que os pacientes pudessem lembrar-se de memórias passadas, mesmo que Freud não fosse espiritualizado e não acreditasse em vidas anteriores. Hoje, a regressão à vida uterina e até a vidas passadas é utilizada com bastante sucesso.

No curso Técnicas Básicas de Regressão, você aprenderá mais sobre a hipnose. Ele também ensinará você a visualizar criativamente a criança interior e outros conceitos para que a regressão seja feita de forma segura e eficiente. Para você ter uma ideia, essa técnica ajuda no tratamento de problemas emocionais, como a ansiedade, transtornos alimentares, fobias, TOC e depressão!

Viu só? Esses três cursos gratuitos de psicanálise são excelentes para quem deseja uma formação como psicanalista. Para quem já trabalha na área, eles podem apresentar ferramentas e práticas diferenciadas, que são imprescindíveis para que o profissional consiga tratar seus pacientes cada vez melhor.

Gostou de saber a respeito desses cursos? Então, assine nossa newsletter e receba conteúdos com informações úteis e novidades relacionadas à psicanálise integrativa!

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O que é o transtorno bipolar e como a psicanálise pode ajudar

Todo mundo tem seus dias bons e ruins. Hoje você está triste pela perda de uma promoção no trabalho; amanhã está feliz pela chegada de um familiar que mora longe. Mas, para as pessoas que sofrem de transtorno bipolar, essas variações de humor são um assunto muito mais sério.

Essa doença faz parte dos transtornos de humor (aqueles que afetam o equilíbrio emocional do paciente). Sua principal característica é a alternância de períodos de euforia (também chamados de “mania”) e de depressão. Eles se intercalam com períodos assintomáticos.

No post de hoje, vamos entender melhor as características desse problema e como o psicanalista pode auxiliar esse tipo de paciente. Vamos lá?

O que acontece no transtorno bipolar?

Em um artigo publicado no periódico Biological Psychiatry, o pesquisador Amit Anand explica que por trás desse transtorno encontra-se uma dificuldade em lidar com estímulos externos. O paciente tem deficits de autocontrole que se manifestam de formas diferentes.

Anand, que é psiquiatra da Faculdade de Medicina de Indiana (EUA), esclarece que ambas as fases — depressiva e maníaca — são marcadas por impulsividade. Isso faz com que o paciente tenha reações exacerbadas ao que acontece no ambiente à sua volta.

Nesse mesmo estudo, ele descobriu também alterações no padrão de ativação cerebral dos pacientes bipolares, mesmo nos momentos assintomáticos. Esse fato levou o cientista a concluir que as alterações não são mais um sintoma, mas formam parte da doença em si.

Como ele se manifesta?

Cada fase do transtorno bipolar possui traços bem marcantes e a intensidade dos sintomas varia de caso para caso. Sem tratamento, a tendência é que os episódios de crise se tornem cada vez mais frequentes. Veja as principais características de cada fase:

No episódio maníaco, o paciente pode:

  • Sentir-se muito alegre ou animado;
  • Sentir-se nervoso, ansioso ou alterado;
  • Falar muito e rapidamente sobre vários assuntos não relacionados;
  • Ficar inquieto, irritado ou suscetível;
  • Ter problemas para descansar ou dormir;
  • Acreditar ser capaz de fazer muitas coisas e ficar muito ativo;
  • Submeter-se a coisas arriscadas, como gastar muito dinheiro de uma vez só ou fazer sexo sem proteção.

No episódio depressivo, ele pode:

  • Sentir-se deprimido ou extremamente triste;
  • Sentir-se muito preocupado ou vazio;
  • Ter dificuldades de concentração;
  • Esquecer-se muito das coisas;
  • Perder o interesse em atividades prazerosas ou ficar apático;
  • Sentir-se cansado ou sem energia;
  • Ter dificuldades para dormir;
  • Pensar em morte ou suicídio.

Quais são as principais causas?

Ainda não se sabe quais são exatamente as causas do transtorno bipolar, problema que atinge 4% da população brasileira. O que a ciência já deu conta de concluir é que condições genéticas e alterações nos níveis de diversos neurotransmissores têm um papel crucial.

Os pesquisadores também já descobriram que alguns fatores ambientais podem servir de gatilho para a manifestação das características genéticas do distúrbio bipolar. Alguns deles são episódios frequentes de depressão, estresse prolongado, uso de remédios para emagrecer e até mesmo disfunções na tireoide.

Como o psicanalista pode ajudar?

O psicanalista tem um duplo papel no acompanhamento do transtorno bipolar. O primeiro deles, de ordem mais imediatista, é identificar em qual fase o paciente se encontra e orientá-lo sobre a melhor forma de superar a crise.

O segundo papel é o de auxiliar no controle dos gatilhos que levam aos episódios de mania e depressão. Autores como o polêmico Wilhelm Reich, Pierre Marty e os demais fundadores da escola psicossomática de Paris e até o próprio Freud tratam dos efeitos que o recalque têm sobre o corpo — a somatização.

Buscando recursos na infância, em sentimentos recalcados, em desejos e outros lugares da psique do paciente, o psicanalista consegue fornecê-lo ferramentas para lutar contra a depressão, o estresse e outros gatilhos de fundo psicoemocional.

Gostou da abordagem que a psicanálise tem a oferecer para os pacientes de transtorno bipolar? Então siga nossa página no Facebook e fique por dentro de muitas outras discussões interessantes como esta!

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Psicopatologia: o estudo da natureza das doenças mentais

A psicopatologia é o conjunto de conhecimentos referentes ao adoecimento mental do ser humano, o estudo da natureza das doenças mentais. Tem o objetivo de compreender profundamente as alterações mentais, identificar suas possíveis causas e, assim, formular estratégias de tratamento e proteção da saúde mental.

As doenças mentais podem ter causas orgânicas, quando têm causas físicas evidentes (como na doença de Alzheimer), ou causas não orgânicas, quando não é possível identificar claramente alterações orgânicas cerebrais.

A psicopatologia é desenvolvida de acordo com diferentes perspectivas, que baseiam a atuação do psiquiatra e do terapeuta. Acompanhe o texto para saber um pouco mais sobre elas!

Biomédica

A perspectiva biomédica da psicopatologia classifica os distúrbios mentais como qualquer outra doença, pois considera que as alterações psicopatológicas surgem devido a anormalidades biológicas. Essas anormalidades podem ser genéticas, bioquímicas ou neurológicas.

Desta forma, o tratamento é focado na correção das anormalidades orgânicas, não levando em consideração as variáveis psíquicas e sociais da pessoa.

O profissional psiquiatra deve identificar a alteração anatômica (regiões cerebrais fora do padrão de normalidade) ou bioquímica (função alterada dos elementos bioquímicos) e procurar uma terapia específica, geralmente baseada em medicações.

Psicodinâmica

Os estudiosos da área da psicologia buscaram um modelo de psicopatologia mais profundo, que tivesse o foco nos processos intrapsíquicos do indivíduo. Este foi o modelo ao qual Freud dedicou seus estudos, e que baseia a psicopatologia psicanalítica.

A perspectiva psicodinâmica da psicopatologia considera que as doenças mentais surgem da interação entre as motivações conscientes e inconscientes, a “luta” das forças psicológicas. Os problemas mentais e psicossomáticos aparecem devido o conflito entre os desejos opostos dessas forças.

Para isso, devem ser compreendidos alguns conceitos inerentes à psique humana, como:

  • libido;
  • trauma;
  • mecanismos de defesa;
  • conflito;
  • falhas.

Sociobiológica

A perspectiva sociobiológica considera que a formação como um todo das pessoas (comportamento, personalidade, aspectos psíquicos) é construída a partir da interação contínua e dinâmica entre o fator biológico (carga genética), ambiental (família, sociedade) e o seu processo de aprendizagem.

Pode-se então considerar que existem leis comuns que orientam o comportamento das pessoas nas sociedades, que farão parte da composição psíquica de cada um.

Esse conceito pode ser aplicado à psicopatologia, considerando que o problema mental surge a partir da desarmonia entre essas leis ou outros aspectos biológicos ou ambientais, dentro da realidade da pessoa.

Comportamental

A análise comportamental na psicopatologia considera que o comportamento é o resultado da interação entre organismo e ambiente, e não considera as estruturas mediadoras desta interação. O comportamento humano é visto como parte da natureza, e aqueles considerados psicopatológicos são vistos como comportamentos desorganizados.

Para os estudiosos da vertente, os distúrbios mentais são o conjunto de comportamentos mantidos por meio das relações funcionais e de aprendizagem feitas entre o organismo e o ambiente.

Para compreender e intervir neste padrão, é preciso observar as variáveis ambientais que o fazem ser mantido. Os comportamentos inadequados, desajustados e danosos são mantidos pelos estímulos do meio, e não por conflitos intrapsíquicos.

Os diferentes modelos de abordagem da psicopatologia envolvem conhecimentos neurológicos, psicológicos, filosóficos e sociais, em busca da melhora da qualidade de vida para as pessoas que sofrem de distúrbios mentais.

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Por que fazer uma pós-graduação em Psicanálise com ênfase em Freud?

A pós-graduação em Psicanálise com ênfase em Freud é um mergulho em autoconhecimento, afinal, Freud criou as bases teóricas da psicanálise e foi responsável por diferenciá-la de outros tipos de estudos científicos da área.

O trabalho de Freud é complexo e abrange diversos temas, permitindo uma proximidade emocional, ao passo que exige um distanciamento para que seja possível a compreensão do conceito.

Neste artigo, você vai descobrir porque fazer essa pós-graduação vai mudar a sua carreira profissional. Vamos lá!

Pós-graduação em Psicanálise Freudiana é atemporal

A teoria freudiana continua atual, pois, por mais que a sociedade mude, os problemas emocionais são universais e pertencentes ao ser humano. Prova disso são alguns conceitos freudianos que continuam sendo utilizados, como: funcionamento mental de forma inconsciente e a maneira como o complexo de Édipo contribui para a construção do sujeito.

Além disso, Freud criou as bases da terapia psicanalítica: interpretação, associação livre, resistência e transferência, conceitos da psicanálise que orientam o analista, ainda que ele não siga a orientação teórica freudiana.

Possibilita o conhecimento da origem da psicanálise

A teoria freudiana não é fechada e trata de enfoques teóricos considerando a pluralidade de situações do dia a dia. Freud criou a terapia da conversa, que é essencial para os terapeutas da atualidade.

Ele observou que falar é essencial para aliviar os problemas a partir de uma paciente de seu colega Josef Breuer, que apresentava sintomas de paralisia, alucinações e visão turva. Na época, os ataques eram chamados de histeria, mas durante o tratamento foi possível observar que, ao falar sobre os problemas e experiências, os sintomas da paciente eram aliviados.

Promove autoconhecimento

O autoconhecimento faz muita diferença, tanto na vida pessoal quanto na vida profissional. Através dele é possível descobrir a origem de dores emocionais, assim como de limitações, pânicos, conflitos e medos.

A teoria freudiana permite mergulhar em autoconhecimento na busca por saber quem realmente somos e ajuda a encontrar respostas ou, até mesmo, descobrir perguntas que nunca fizemos.

Em outras palavras, a pós-graduação em psicanálise é mais que um investimento na carreira, pois também trata de assuntos emocionais do próprio aluno.

É acessível para diferentes tipos de profissionais

Para estudar a teoria freudiana não é necessário ter uma formação específica. A pós-graduação em psicanálise com ênfase em Freud é voltada para profissionais da saúde, profissionais das áreas de ciências humanas e ciências sociais, profissionais da educação, graduados em curso superior em qualquer área, estudantes de graduação e pessoas sem formação que estejam interessadas em autoconhecimento.

A pós-graduação em psicanálise abre um leque de oportunidades, pois o mercado precisa de profissionais qualificados. Além dos benefícios relativos a autoconhecimento, também é a chance de ter destaque no mercado e conseguir atrair novos clientes.

Com o passar dos anos, as pessoas estão cada vez mais tomando ciência da necessidade de fazer psicanálise para compreender melhor suas próprias emoções e conseguir lidar com as situações difíceis do dia a dia. Por ser abrangente e atual, a orientação teórica freudiana cumpre esse papel e pode ser um diferencial para o profissional.

Está pronto para começar a pós-graduação em psicanálise? Conheça nosso curso e tenha acesso completo às primeiras teorias psicanalíticas.

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Vantagens de fazer um curso de psicanálise a distância

A psicanálise tem se tornado, cada vez mais, um aprendizado importante para quem quer garantir uma atuação profissional mais completa. Ainda assim, pode ser difícil se preparar e incluir essa atividade em uma rotina cada vez mais atribulada.

Se você se enquadra nessa situação, temos uma boa notícia: você pode fazer um curso de psicanálise a distância. Uma oportunidade e tanto, não é mesmo? Conheça agora algumas vantagens desse método e certifique-se de que a aprendizagem a distância pode ser um bom caminho para a formação psicanalítica.

Facilidade em conciliar estudo e trabalho

Como anteriormente mencionado, o dia a dia das pessoas encontra-se cada vez mais intrincado. Isso acaba dificultando a introdução de qualquer nova atividade na rotina, pois há poucos espaços disponíveis. Tente imaginar como pode ser árduo encaixar um curso presencial algumas noites da semana. Seria necessária uma extensa programação para que isso se concretizasse, concorda?

Um curso de psicanálise a distância traz uma grande vantagem nesse sentido: você pode conciliar a atividade educacional com a atuação profissional, sem a necessidade de realizar grandes mudanças. Dessa forma, pode-se escolher os melhores horários para estudar, sendo possível, inclusive, encaixar uma aula entre um paciente e outro ou no momento em que o consultório apresenta um fluxo menos intenso.

Oportunidade de seguir o próprio ritmo

Esse é outro grande diferencial, já que se torna possível seguir as aulas conforme seu ritmo pessoal e não de acordo com um cronograma traçado por uma instituição de ensino. Se você não entendeu alguma coisa ou gostaria de assistir uma matéria mais de uma vez, por exemplo, pode fazer isso sem nenhum tipo de constrangimento.

Não ter que lidar com deslocamento

Um curso de psicanálise a distância torna possível que você economize seu tempo, sem a necessidade de ficar horas em função do deslocamento. Todas as atividades acontecem no conforto do seu lar e na hora que for mais adequada para você.

Acredite: muitas pessoas já desistiram de um curso por conta do desgaste com o deslocamento — um ponto que acaba sendo impeditivo ou que pode até comprometer o seu desempenho.

No caso dos cursos online, tudo se encontra disponível a um clique de distância. Em consequência disso, resta mais tempo para o convívio com a família ou até mesmo para se aprofundar nos materiais compartilhados. Convenhamos: esse é um grande diferencial, não é mesmo?

Chance de desenvolver um hobby

Inexistindo a cobrança de prazos e da aprendizagem acelerada, o estudo dos conceitos de psicanálise pode adquirir o perfil de hobby. É claro que você está aprendendo e pode incorporar esses conhecimentos à sua profissão, mas o aluno pode encontrar muito mais prazer em determinada atividade se fizer isso a sua maneira e no seu ritmo.

Excelente custo-benefício

Geralmente, um curso online é sinônimo de economia. Além das mensalidades serem mais baixas, você não precisa gastar com transporte, alimentação e materiais complementares. Isso significa que você tem acesso aos mesmos conhecimentos oportunizados por uma atividade presencial, pagando menos por isso.

Acesso a vários materiais complementares

A internet oferece uma infinidade de materiais riquíssimos e que podem ser amplamente explorados durante o curso. Muitos textos e livros podem estar disponíveis bem mais próximos de você em uma biblioteca digital.

E o melhor: você pode otimizar a leitura explorando vários dispositivos, como o notebook, o celular, o tablet e leitores digitais, como o kindle.

Agora que você já sabe que um curso de psicanálise a distância oferece inúmeros benefícios, não deixe de considerar essa hipótese. Você vai se surpreender com o resultado e se sentirá um profissional ainda mais completo depois dessa experiência.

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Conceitos de Jung: como os arquétipos contribuem na psicanálise

Carl G. Jung foi um médico suíço que atuou na área da psiquiatria e desenvolveu a Psicologia Analítica ou Psicologia dos Complexos. Foi discípulo de Sigmund Freud contudo, após um período de intensa colaboração entre ambos e crescimento mútuo, acabaram seguindo caminhos distintos em suas teorias e estudos.

Ambos consideravam de grande importância os sonhos como ferramenta para acessar o conteúdo do inconsciente e que este era um grande depósito de memórias e impulsos. Porém, são nítidas as divergências entre as duas correntes, a despeito dessa base em comum.

A partir dessas diferenças e dos conceitos propostos por Jung, vamos entender qual a importância dos arquétipos na prática da psicanálise. Acompanhe!

As diferenças entre Freud e Jung

Freud acreditava que no inconsciente estavam os impulsos reprimidos pela consciência, dentre os quais a libido sexual era o mais importante. Considerava que o psicanalista deveria extrair do discurso do paciente as informações para melhor entendê-lo e auxiliá-lo a suavizar seus traumas e dificuldades.

A visão que Jung tinha da libido era diferente, pois considerava-a como um ímpeto cuja natureza poderia ser variada (fome, intelectualização, etc., inclusive a sexualidade). Além disso, propunha que a análise objetivasse a individuação da pessoa, em um processo de ligação entre consciente e inconsciente para o autoconhecimento.

Contudo, a diferença mais marcante era a existência de um inconsciente coletivo descrito por Jung. Para acessar esse inconsciente, ele propunha o uso de linguagem verbal e não verbal.

Alguns conceitos junguianos

Consciente e inconsciente são os dois lados de uma mesma moeda (o Self ou eu-próprio) e os processos de ambos disputam constantemente espaço. O centro do consciente é o ego e este define-se como a parte mais perceptível do que torna o ser um indivíduo mais as suas memórias.

A livre troca de informações entre ego e Self buscando um equilíbrio permitiria ao indivíduo se desenvolver pelo processo contínuo da individuação.

A imagem escolhida pelo ego para ser mostrada e interagir com o mundo é representada pela persona criada pelo consciente. É por meio dela que o ego apresenta as qualidades que lhe parecem mais vantajosas. Por outro lado, os aspectos negativos devem ser escondidos das outras pessoas e compõem a sombra que habita no inconsciente.

Este, por sua vez, é dividido em individual e coletivo. A fatia correspondente ao inconsciente coletivo seria formada por imagens e vivências tantas vezes repetidas pela humanidade que fariam parte também de cada indivíduo. Essas “memórias” coletivas ou imagens primordiais herdadas tal qual um DNA psíquico da espécie seriam os arquétipos.

Fazem parte dessas imagens coletivas ainda a anima (imagem idealizada de mulher) e o animus (idealização do homem). Ambos determinam o modo como mulheres e homens se relacionam e as expectativas que criam do sexo oposto.

A importância dos arquétipos

Cada indivíduo possui inúmeros e diferenciados arquétipos correspondentes aos diferentes papéis que temos durante nossa existência. Jung chegou a essa conclusão não apenas estudando os seus pacientes, mas analisando e associando figuras e narrações mitológicas. Para ele, os deuses seriam metáforas dos comportamentos ligados aos arquétipos e os mitos seriam as encenações que as explicavam.

Um arquétipo agrega ideias, imagens e emoções a elas associadas que formam os complexos. Eles são componentes naturais e necessários da psique. Em determinadas situações, o complexo é ativado (ou constelado) e surge do inconsciente na forma de ações ou posicionamentos que são fortemente marcados por emoções.

Essas aparições caracterizam o comportamento do indivíduo e, após essa manifestação, o complexo costuma se recolher novamente ao inconsciente. Porém, nos casos em que o complexo se agiganta frente ao ego, escapando de seu controle, surgem as psicoses.

Segundo Jung, cabe ao psicanalista e paciente, juntos, identificar os complexos e trabalhá-los para que eles possam ser controlados pelo consciente. Essa apropriação torna a personalidade cada vez mais enriquecida.

Assim, o trabalho conjunto de conhecimento dos arquétipos e a apropriação gradual dos complexos pelo consciente que constitui a individuação, em teoria, é inesgotável.

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